quarta-feira, 16 de maio de 2012

Oração de Jesus - uma só familia, um só Espírito.

20/05/12 – 7º Domingo de Páscoa
Sl 1; At 1. 12 – 26; 1Jo 5. 9 – 15; Jo 17. 11 - 19
tema mensal: Desejo de mãe é a vontade do Pai: Uma só Família, um só Espírito

Texto de João 17. 11 - 19 (ARA)

17.11 Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós. 17.12 Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura. 17.13 Mas, agora, vou para junto de ti e isto falo no mundo para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos. 17.14 Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. 17.15 Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. 17.16 Eles não são do mundo, como também eu não sou. 17.17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. 17.18 Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. 17.19 E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade.


Oração de Jesus - Uma só Família, um só Espírito.


         Há uma música muito famosa que diz: “No dia em que eu saí de casa minha mãe me disse: Filho, vem cá! ... A minha mãe naquele dia me falou do mundo como ele é parece que ela conhecia cada pedra que eu iria por o pé” (Zezé di Camargo e Luciano)

         Realmente parece que nossa mãe conhece mais do mundo do que nós pensamos. Dificilmente alguém ao sair de casa não tenha ouvido palavras semelhantes.
         Em nosso texto Jesus, criador do mundo, conhecedor do mundo, aquele que veio para vencer o príncipe desse mundo, por saber as pedras que teríamos para ultrapassar faz uma bela oração. Ele ora por nós, pela sua igreja.
         Nessa oração Jesus pede para o Pai que nos mantenha numa unidade.
         Qual é a importância da unidade? A importância nos é apresentado pelo próprio Jesus ao dizer que um reino dividido não subsiste. Como igreja cristã, estamos vivendo essa unidade? A primeira parte da resposta é o que respondemos na questão: o que é igreja cristã?
         De acordo com o apostolo João, muitos elementos estranhos estavam e continuam entrando na igreja. É inconcebível que elementos pagãos estejam ocupando o lugar daquilo que é sagrado e instituído por Deus. Substituiu a santa ceia pelo copo benzido de água. Substituiu o batismo por rituais de purificação, etc, etc, etc, ...
         Igreja cristã é aquilo que confessamos no Credo Apostólico: “Creio no Espírito Santo, na santa igreja cristã, a comunhão dos santos,....”, ou seja, igreja cristã é a composição da comunhão daqueles que crêem e confessam Jesus como seu Salvador. Observemos bem! Aqueles que têm Jesus como o salvador de suas vidas e não apenas como aquele que transformou suas vidas, de um fusquinha para uma Ferrari.
         A igreja cristã é descrita de uma forma belíssima por Paulo na sua carta aos cristãos da Ásia Menor: “Já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito” (Ef 2.19-22).
         Tendo respondido a primeira parte da questão, podemos iniciar nossa resposta a pergunta: Há unidade na igreja cristã?
         Nós não somos capazes de sondar o coração das pessoas para ver se elas crêem. Mas, sabemos pela Escritura, que o Espírito Santo chama, congrega e conserva uma comunhão de santos, ou seja, dos que crêem em Jesus. E tudo o que esses cristãos desejam é permanecer no verdadeiro fundamento. E é esse o conteúdo da oração de Jesus. Ele deseja e pede ao Pai que conserve seus filhos e filhas na verdadeira fé, na verdadeira unidade.
         A questão: Há unidade na igreja? É uma questão que precisa ser bem respondida para que não gere inquietações nas pessoas. Então darei exemplos bíblicos. Deixemos o próprio Deus falar sobre a unidade na igreja.     
         O apostolo Paulo ao escrever sua carta aos Romanos disse: “Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo  membros uns dos outros, tendo, porém, diferentes dons segundo a graça  que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo; ou o que exorta faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria” (Rm 12. 4 – 8).
         Como igreja, somos um corpo – e a exemplo do corpo, possuímos muitos membros. Essa diversidade é importante para o corpo que é a igreja. Portanto, o corpo da igreja, que são os membros, são pecadores e como pecadores acabam fazendo com que a diversidade gere divisão. Na sua carta aos coríntios, Paulo instrui sobre os vários dons que o único corpo (unidade na fé) possui. No entanto, essa unidade de cristãos é composta por pecadores e por causa da natureza pecaminosa acabaram gerando divisão. As palavras: “Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós” (1Co 12.21).
         O ensino é simples e direto. A diversidade concedida por Deus é para edificação do corpo da sua noiva que é a igreja. Infelizmente nosso inimigo, o diabo usa a diversidade para dividir e estragar a noiva de Cristo. Deus nos une na mesma fé, pois “há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (Ef 4.4-6). Nessa mesma fé, nesse mesmo corpo, a diversidade não é sinal de desigualdade, pois “...Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha, para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros” (1Co 12.24b – 25). Então quando perguntamos, Há unidade na igreja? Precisamos ter clareza que a diversidade que há no corpo da igreja não é para desunião, mas para enriquecimento mútuo.
         Agora, olhando para o próprio da questão que é a unidade, daremos o seguinte exemplo. Partindo do texto de Efésios citado anteriormente que diz: “...edificados sobre o mesmo fundamento dos apóstolos e profetas...” (Ef 2.19). O que seria esse fundamento? Não só Jesus, mas também todo o corpo doutrinário o qual Jesus nos deixou                  
         Partindo desse exemplo podemos dizer que não há unidade na igreja cristã, quando alguém de dentro do corpo está na contramão daquilo que Jesus ensinou e está expresso na sua palavra bem como em todo o corpo doutrinário da igreja cristã. A doutrina cristã reflete passagens Bíblicas.
         Mas, pastor, há tantos corpos doutrinários, como posso saber onde encontrar a verdadeira igreja cristã? O apostolo Paulo responde: “Ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co 3.11). Só encontramos a verdadeira igreja cristã, onde se acha e faz uso do evangelho de Jesus Cristo, pois o testemunho de Deus é claro, “Aquele que crê no Filho de Deus tem, em si, o testemunho. ... E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1Jo 5. 10a, 11 – 12). Há muitos que infelizmente se afastaram do verdadeiro evangelho de Jesus, e assim, a resposta é que não há unidade com os mesmos.
            Questionamentos são importantes e fazem parte da vida da igreja, agora se há prática contraria a palavra de Deus, nesse caso não há unidade.
         Jesus ora pela Unidade da Igreja – Deus deseja e mantém a unidade na Igreja Cristã. A unidade dada pelo evangelho é importante que seja mantida, por isso, Paulo nos faz uma convocação: “esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vinculo da paz” (Ef 4.6)., também Judas: “... exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd 3c).
         É necessária a unidade no evangelho, pois pelo evangelho o Espírito Santo nos chama, congrega e ilumina com dons. E pelo poder do Espírito Santo que age pelos meios da Graça: Pregação, Batismo e Santa Ceia, que precisamos nos firmar e defender com unhas e dentes. Quem desses meios se afasta não faz parte da unidade da igreja cristã.
         Jesus nos compreende. E por compreender as nossas fraquezas e limitações pediu pela unidade do seu corpo. E dessa belíssima oração podemos tirar o nosso pedido. Oremos e batalhemos pela unidade do evangelho na igreja cristã.
         Deus nos abençoe, amém!
Pr Edson Ronaldo Tressmann
cristo_para_todos@hotmail.com

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Enquanto Jesus nos prepara quartos nos deixou uma tarefa


17/05/12 – Ascenção do Senhor
Sl 47; At 1. 1 – 11; Ef 1. 15 – 23; Lc 24. 44 - 53
Desejo de uma mãe é a vontade do Pai: Uma só Família, um só Espírito.

Tema: Enquanto Jesus nos prepara quartos nos deixou uma tarefa.

Destaque: Jesus deixou uma tarefa muito importante para a sua igreja: agir em todos os cantos da terra. E para realizar essa tarefa prometeu o auxiliador. E pelo Espírito Santo que age pelo evangelho, “ilumina os nossos olhos e assim sabemos qual é a esperança de nosso chamado” (Ef 1.18)


            É comum ouvirmos as mães dizerem: “Enquanto eu arrumo o quarto e a cama, faça isso ...”.
            Hoje é o dia em que lembramos a ascensão de Jesus. Um dia para se lembrar as palavras de Jesus, idênticas a de nossa mãe: “enquanto eu vou arrumar os quartos, vocês fiquem e façam isso...”.
            Ele foi nos preparar lugar. Dizemos às crianças que Jesus ainda não veio, pois está fazendo um lindo quarto para ela. Agora, enquanto Jesus está arrumando os quartos, nós, seus discípulos temos uma tarefa a ser realizada – Qual?
            Ser testemunha de Jesus.
            Uma pergunta: é fácil ser testemunha de Jesus? Não.
            Os questionamentos continuam os mesmos daquela época em que Jesus estava subindo aos céus: “... Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel?” (At 1.6).
            Em meio aos questionamentos e a busca por respostas satisfatórias, novas seitas vão surgindo e novas e velhas pessoas são enganadas. Se há busca por respostas, há os que a dizem ter e as oferecem e assim deixam milhares inquietos. Uma dessas respostas está deixando muitos de “cabelos em pé”, é a resposta de que o fim será dia 12/12/12.
            Engraçado que se crê na criatura e se esquece do criador que ao enviar seu filho transmitiu a certeza de que ninguém sabe nem o dia, nem a hora em que o filho voltará. Diante da pergunta quando seria a instauração do reino de Israel, a respondeu de Jesus: “...Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade” (At 1.7). E essa resposta, continua sendo válida para nós.
            E se Jesus não voltou e nem sabemos quando será isso, nossa tarefa continua. E enquanto ele não vem, cabe-nos continuar na realização da missão de Deus. Observem bem, missão de Deus. E o testemunho é justamente para realizar a missão de Deus. O testemunho é para salvar o mundo incrédulo, que vive cheio de dúvidas e em busca de respostas.
            Qual é o conteúdo do testemunho? Afinal, não sabemos o que transmitir a esse mundo cético em relação às coisas divinas. O conteúdo nos foi dado por Jesus, Lc 24. 46 – 48: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas”.
            Por que se requer arrependimento? Não basta a fé? Jesus expõe o motivo, conforme registrado por Mateus: “Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores [ao arrependimento]” (MT 9.12 – 13). Jesus deixa claro que a contrição é absolutamente necessária, pois, sem ela, ninguém está em condições de ser levado à fé. Salomão em um de seus provérbios diz: “A alma farta pisa o favo de mel” (Pv 27.7). Onde não tem fome e sede espiritual, também não se aceita o Senhor Jesus. Enquanto o individuo não reconhece que é um pecador miserável, perdido e condenado, ele fará pouco caso do salvador dos pecadores. Pelo martelo da lei a pessoa sente dor, angústia, tormentos, sentimento de estar esmagado. No entanto, não foi a pessoa que produziu e produz isso, pois o verdadeiro arrependimento é produzido apenas por Deus, quando a lei é pregada em todo o seu rigor.
            Preste atenção!
            No momento em que você tem fome e sede da graça de Deus, você está devidamente contrito. E tudo isso é obra de Deus em você para que você diga: o que faço para ser salvo? Eu preciso estar alarmado pelos meus pecados e ansiar pela misericórdia de Deus. O verdadeiro arrependimento é justamente desejar ir a Jesus.
            De onde recebemos forças para ser testemunha de Jesus?mas recebereis  poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, ...” (At 1. 8); e “iluminados os olhos do vosso coração, ...” (Ef 1.18).
            Temos o principal para sermos testemunhas. Temos o Espírito Santo, pois somos batizados. Recebemos o conteúdo do testemunho pela Palavra de Deus. Então, vamos, testemunhemos sobre o nosso salvador. Conduzamos muitas pessoas a Jesus, pois nEle, terão a vida eterna.
            Assim como Jesus subiu aos céus, ele voltará. E ao voltar levará consigo todos os crentes. E para que creiam é necessário que se pregue a mensagem sobre Jesus. E para que essa pregação ocorra, Jesus nos enviou e envia, nos capacita, derramando sobre nós o seu Espírito, e  nos capacita ao testemunho  iluminando os olhos do nosso coração nos dando a verdadeira mensagem do testemunho.

Oremos: “Querido Deus, aprendi pela tua Palavra que sou enviado ao mundo para dar um belo testemunho a respeito de Jesus. Com a tua graça conheço Jesus como meu salvador. E peço a ti bondoso Deus que mantenha meu coração aquecido nesse teu amor para que eu possa falar de Jesus a muitos que me cercam. Em nome de Jesus, Amém!
Pr Edson Ronaldo Tressmann
cristo_para_todos@hotmail.com

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Eis a vitória que vence o mundo: a nossa fé.

13/05/12 – 6º Domingo de Páscoa
Sl 98; At 10. 34 – 48; 1Jo 5. 1 – 8; Jo 15. 9 - 17
Tema mensal:
Desejo de mãe é a vontade do Pai: Uma só Família, um só Espírito.
Tema: Eis a vitória que vence o mundo: a nossa fé.
Destaque:
porque todo o eu é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo 5.4)


Introdução
Acredite, é hora de vencer. Essa força vem de dentro de você. Você pode até tocar o céu, se crer... Acredite, que nenhum de nós, já nasceu com jeito pra super herói. Nossos sonhos a gente é quem constrói. É vencendo os limites, escalando as fortalezas, conquistando o impossível pela fé. Campeão, vencedor, Deus dá asas, faz teu vôo. Campeão, Vencedor, essa fé que ti faz imbatível, demonstre o teu valor. Tantos recordes você pode quebrar. As barreiras você pode ultrapassar E vencer!

         Todas as frases que se cantam aqui são verdadeiras? Há uma mistura e confusão de elementos estranhos.
         - Pastor me desculpe! Acho que  você esteja exagerando.
         - Não é exagero, é a pura e simples verdade.
         Quando se fala em vitória, há uma mistura de elementos. Cria-se um exercito cristão de vitoriosos e de bem com a vida. Para isso, basta querer. E eu, preocupado com muitas pessoas que sofrem, começo a pensar no cristão que se encontra deprimido, doente, quebrado financeiramente.
         É claro que haverá aquele que questionará: - será que não é porque nos falta alguma coisa? Talvez a nossa mensagem seja ultrapassada? Ou estejamos sendo infiéis no dizimo, no jejum, na oração fervorosa. Quem sabe, alguma coisa precisa ser oferecida? Prosperidade? Cura? Dons do Espírito? E muitos na expectativa de responder essas questões e solucionar aparentes problemas, acabam por juntar e ensinar elementos estranhos na igreja.
         Aos cristãos derrotados se oferece alternativas, táticas de jogo, para que se obtenha fácil a vitória. É simples: orar com fervor, jejuar, ser dizimista fiel. A vitória é fácil de ser conquistada, só não a tem quem não quer. Aliás, qual é a dificuldade em orar, jejuar, dar o dizimo? É simples assim! A vitória é sua, basta querer!
A igreja cristã, a comunhão dos crentes, precisa ter cuidado. Cuidado com aquilo que o apostolo João precaveu através da sua epistola, cuidado quanto aos elementos estranhos à fé cristã.

         Acredite, é hora de vencer. Essa força vem de dentro de você. Você pode até tocar o céu, se crer... Acredite, que nenhum de nós Já nasceu com jeito pra super herói. Nossos sonhos a gente é quem constrói. É vencendo os limites, escalando as fortalezas, conquistando o impossível pela fé.
        
A cada dia que passa, eu descubro, através das muitas pregações que ouço e leio que eu não sou um vencedor. A igreja, sim, aquela que se diz “evangélica”, ultimamente, vem batendo incessantemente nesta tecla: se você é crente, é obrigatoriamente um vencedor. E assim, eu me lembro das famílias em crise familiar, crise financeira, doente, deprimida. Famílias cristãs, pessoas fieis à igreja, ofertantes, participantes ativos da santa ceia, mas em contrapartida, sofredores nesse mundo. Como pode? Algo deve estar errado? Talvez falte o jejum e oração fervorosa.
A igreja “evangélica” está surfando na onda do triunfalismo, que diz que os bons cristãos, os autênticos cristãos, são recompensados por Deus e assim ficam ricos e na doença, curados. É um elemento estranho, que muitas vezes não é percebido pelos cristãos que vivem suas vidas diárias, cheios de alegria e tristezas, saúde e doença, altos e baixos. Mas, por desejarem viver ardentemente nesse mundo, desfrutando daquilo que ele oferece, riqueza, para assim consumirem a tudo que tem direito, não querem ouvir as palavras de João: “porque todo o eu é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo 5.4).
Deus por meio do batismo oferece um maravilhoso presente, a Fé. E pelo Batismo nascemos para Deus, nos tornamos filhos de Deus. Por meio da pregação da Palavra, Deus nos oferece o mesmo presente, a fé. É por meio desse presente recebido gratuitamente, sem esforço, sem jejum ou qualquer outra coisa, eu venço o mundo. Sim! Vencer o mundo é reconhecer que não somos desse mundo, apenas estamos no mundo. Somos cidadãos dos céus, lá é a nossa pátria. E aqui estamos apenas de passagem, caminhando rumo a pátria. E nessa caminhada, nós pecadores, estamos sujeitos aos percalços do caminho.
O elemento estranho do triunfalismo quer nos prender a esse mundo, onde jaz o maligno com suas artimanhas. Por isso, aproveito a oportunidade para comunicar a você que está equivocado pelos elementos estranhos que adentraram e adentram na igreja, que os mesmos podem te levar pela onda do oba-oba, onde ser cristão é ser feliz 24 horas, onde ser cristão é ser próspero, ser cristão é estar de bem com a vida a qualquer situação.
O pecado faz parte de você. Você é um pecador. Como pecador necessita da graça de Deus em Jesus. E essa graça é oferecida pelo batismo, Palavra e Santa Ceia.
Você é um pecador. O nosso próximo também é pecador. E pecador habitando em meio a pecadores, sempre irá se defrontar com a violência, com a dor, com o sofrimento e a morte. E daí?
O elemento estranho continuará sendo anunciado e pouco a pouco estará imprimindo em nossa consciência a necessidade de algo como jejum, oferendas ou qualquer outra regra para nos tornar vencedores. Corremos o risco de deixar de lado a vitória que já é nossa, pois o texto diz: “porque todo o eu é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo 5.4). A nossa fé. Fé que só é minha porque a mim foi dada gratuitamente, como presente de Deus.
Não faça por conquistar aquilo que Jesus já conquistou e oferece a cada um de nós. A fé é operada em nós pelo Espírito Santo através do Batismo, da pregação da Palavra e Santa Ceia nos mantém firmes nessa fé que vence o mundo com suas artimanhas e elementos estranhos.
Pelo ensino dos elementos estranhos eu sou um derrotado. Mas do que me importa os olhos do mundo, pois o meu Senhor me diz: “porque todo o eu é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo 5.4).
         Enquanto se tenta criar um exercito de pessoas de bem com a vida. Sem dores. Sem sofrimento. Sem problemas financeiros. Usufruidores das bênçãos do Pai. Eu, pecador, mas mesmo assim um vitorioso, preciso reconhecer que nesse mundo estou sujeito, mesmo como cristão, aos sofrimentos, as dores, mas, pela fé, pelo presente dado por Deus a mim, meus olhos serão enxugados, minhas dores serão aliviadas, no entanto, não aqui e agora, mas eternamente.
         Pela fé eu venço o mundo. Qual mundo? O mundo doente pelo hedonismo, que persegue a felicidade e todo custo.
         ...e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” – É bom saber que eu sou um vencedor pela fé. Pois é justamente com a fé que eu vivo no meio dessa geração de gente estúpida, alienada, egocêntrica e insensível. Com a fé eu sou chamado para lutar contra os elementos estranhos a fé verdadeiramente cristã.
         Enquanto o mundo doente diz:
PARE DE SOFRER, aquele que me garante a vitória diz: ... No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo(Jo 16.33) e porque todo o eu é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo 5.4)
         Enquanto o mundo diz:
Acredite, é hora de vencer. Essa força vem de dentro de você. Você pode até tocar o céu, se crer...Jesus diz: “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes” (Gl 3. 26-27) e “porque todo o eu é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé (1Jo 5.4).
         Enquanto o mundo diz:
Se você é realmente filho de Deus, você não pode passar privações, desilusões, ... Jesus diz: “Enxugarei dos seus olhos as lágrimas;
        

A igreja “evangélica” fantasiada de “triunfalista” nos põe falsas armaduras, e nos pinta como um exercito de heróis que vencem os seus piores inimigos, a doença e a pobreza.



         Agora, pela Bíblia tantas vezes eu vejo um outro tipo de super herói a qual o cristão se assemelha muito bem: vejam!

         Mesmo sendo assim, fraco, fora de forma, parecendo um derrotado, na fé em Jesus eu sou mais que vencedor. Vencedor do mundo cego em sua prisão carnal. Temos a força que vence o mundo, a fé. Somos vencedores das armadilhas que querem nos prender e escapamos das ciladas que querem nos armar.
         Eis a vitória que vence o mundo – é voltar ao fundamento que é Jesus. É não ter vergonha da mensagem da cruz de Cristo Jesus.
Essa é a vitória que vence o mundo. O mundo que está perdido no hedonismo, ou seja, que a todo custo busca a felicidade, o mundo que quer ter tudo e dominar a todos. O mundo que explora e mata.
         Se você puder leia Romanos 8. 28 - 39.
         Ainda há outros relatos bíblicos que apresentam cristãos, assim como eu e você. Cristãos derrotados, deprimidos, doentes, fracos, mas que por causa da fé, venceram o mundo. Relembremos Hebreus 11: Abel; Enoque; Noé; Abraão; Sara. Ainda o profeta Isaías que teve seu corpo serrado ao meio; Tiago que foi morto no fio da espada; o apostolo Paulo que foi decapitado; Pedro foi crucificado de cabeça para baixo. Todos esses e muitos outros: “todos estes viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-no de longe e de longe o saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Os que assim falam mostram que estão buscando uma pátria. Se estivessem pensando naquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar. Em vez disso, esperavam  eles uma pátria melhor, isto é, a pátria celestial. Por essa razão Deus não se envergonha de ser chamado o Deus deles, e lhes preparou uma cidade” (Hb 11. 13 – 16).
         Se você é assim, um cristão que sofre, sente os atropelos da vida, não se inquiete, permaneça firme na fé a qual Deus te deu de presente por meio do batismo, e saiba que Deus, o teu Pai, não te envergonha de você ser o filho dele. E para ser teu seu Pai, te salvou através de seu único filho Jesus, e ainda hoje te traz e conserva na verdadeira e única fé. Eis a vitória que vence o mundo: a nossa fé. Amém!
Pr Edson Ronaldo Tressmann
Querência do Norte, PR.
Mensagem proferida no dia 21 de fevereiro de 2012 no Congresso Distrital dos jovens em Mandaguari, Paraná.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Enxertados na Vinha de Deus


A IGREJA COMUNICA A VIDA
Fundamentando (Jesus a Rocha Firme)
O Senhor é a minha rocha poderosa e o meu abrigo” (Sl 62.7)
                                                            Maio de 2012
Tema do mês: Desejo de uma mãe é a vontade do Pai: Uma só Família, um só Espírito.

06/05/12 – 5º Domingo de Páscoa
Sl 150; At 8. 26 – 40; 1Jo 4. 1 – 11; Jo 15.1 - 8
Tema: Enxertados na vinha de Deus.

Destaque: A vinha de Deus que era constituída primeiramente pelo povo escolhido no antigo testamento, agora em Jesus recebe como enxerto cada pessoa que nele crê. Pela fé somos enxertados na vinha de Deus.


Introdução
            Maio é o mês das mães. Mês de homenagear aquela que nos carregou no útero por 7 ou 9 meses. Aquela que nos amamentou, que perdeu horas de sono, aquela que chorou e chora por nós. No que diz respeito a filhos e mães duas coisas são importantes para que a criança se desenvolva e cresça: alguém sabe o que é? Primeiro para que um filho cresça é necessário cortar o cordão umbilical. Se não houver esse corte, nem o filho sobreviverá e muito menos a mãe. A segunda coisa importante para o desenvolvimento da criança é a amamentação. Sem o leite materno a criança não se desenvolve adequadamente. Não cria anticorpos suficientes para que seu corpo se defenda contra doenças e infecções.
            A relação mãe e filho é uma junção de fatores: união (gravidez), separação, (corte do cordão umbilical) e mais uma vez união, por meio da amamentação. Mesmo que a gravidez e a amamentação se dêem num período curto, é de grande importância para toda a vida.
            Semelhantemente é a nossa vida com Deus. O homem foi criado unido a Deus. Com o pecado veio o corte, a separação. Mas Deus prometeu e cumpriu sua promessa de união, e fez isso através de seu Filho Jesus Cristo. Em Cristo Jesus a videira verdadeira, somos enxertados na vinha de Deus. E unidos a ele produzimos frutos.
Desenvolvimento
ENXERTADOS NA VINHA DE DEUS
1 – Pela fé


            Ao contemplar a criação de Deus nos deparamos com coisas maravilhosas e extraordinárias. Entre muitas coisas extraordinárias que poderíamos citar, cito o fato maravilhoso de a mulher ter recebido o dom de amamentar. A amamentação é algo vital na vida de uma criança. O governo, através do ministério da saúde tem investido muitos recursos para divulgar essa grande bênção e a pratica entre as pessoas. Há um enorme incentivo para que se amamente o filho ou a filha até os 18 meses de vida. A amamentação beneficia apenas uma pessoa, a própria criança. Ela crescerá saudável, forte, e também estará prevenida de muitas doenças que podem ocorrer por uma amamentação inadequada. Da mesma forma é importante estarmos enxertados e permanecermos na vinha de Deus.
            As mães detestam quando seus filhos se afastam ou ficam longe de seus olhos. É unânime entre as mães, todas querem seus(suas) filhos(as) perto. E há muita dor, saudade por um(a) filho(a) que está longe. O mesmo acontece no que diz respeito a Deus. Ele deseja que todos seus filhos estejam próximos, unidos a ele.
            Quando ainda no paraíso, o diabo conseguiu separar o homem e a mulher de Deus lançando o pecado no mundo, Deus Pai prometeu seu único Filho para trazer a nós seus filhos de volta a ele. Pela morte e ressurreição de Jesus nos tornamos filhos e filhas de Deus “Pois, por meio da fé em Cristo Jesus, todos vocês são filhos de Deus” (Gl 3.26), e “Porém alguns creram nele e o receberam, e a estes ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus. eles não se tornaram filhos de Deus pelos meios naturais, isto é, não nasceram como nascem os filhos de um pai humano; o próprio Deus é quem foi o Pai deles” (Jo 1.12-13).
            Em Jesus, Deus se tornou nosso Pai, e nós, em Jesus, nos tornamos filhos e filhas de Deus. Paulo diz que nos tornamos filhos mediante a fé, sem nosso esforço: “Pois pela graça vocês são salvos por meio da fé. Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus” (Ef 2.8). A fé é um presente que nos é dado por meio do Batismo e da Palavra. Essa fé é conservada em nós, para que permaneçamos na condição de filhos e filhas de Deus. Essa fé é fortalecida na Palavra e na Santa Ceia. Por isso, Jesus ao se apresentar como videira diz: “Continuem unidos comigo, e eu continuarei unido com vocês...” (Jo 15.4).
            O apóstolo João ao escrever o evangelho o faz para confirmar e aprofundar a fé no Messias, o Filho de Deus. E ao escrever sua carta deseja combater falsos mestres, contra os quais ele alerta. O fato é que os falsos mestres estavam negando que Jesus era verdadeiro Deus, coisa que João enfatiza e deixa claro, tanto no evangelho como em sua carta.
            Confirmar e aprofundar a fé no Messias. Será esse um tema importante? A resposta é sim. Diz o apóstolo João que na primeira vinda de Jesus, ele “veio para o que era seu, mas os seus não o receberam” (Jo 1.11). A resposta sim, se deve ao próprio fato de Jesus defender que Ele é o filho de Deus. Mesmo que tenha sido redundante, Jesus fala de Jesus, fala de si mesmo, aponta para Ele como caminho para o Pai. Ele se apresenta como videira verdadeira, luz, vida, pão, etc.
            Olhando o evangelho de João desde o cap. 13 veremos que Jesus sempre disse: “digo antes que aconteça, para que quando acontecer, vocês creiam que eu sou o que sou” (13.19) e ainda: “...Agora a natureza divina do Filho do homem é revelada, e por meio dele é revelada também a natureza gloriosa de Deus” (13.31; 14.13; 15.8; 17.1). Jesus prepara os seus discípulos contra eventuais dúvidas e ataques dos falsos mestres.
            O texto, João 15.1 – 8, ressalta a questão da Fé. Uma palavrinha fácil de ser pronunciada. É um maravilhoso presente dado a nós por Deus pelo Batismo e Pregação da Palavra. Fé é o meio pelo qual somos enxertados na vinha de Deus.
            Vinha de Deus. Esse assunto não é novo. Desde o antigo testamento vemos Deus cuidando de sua vinha. O objetivo desse cuidado era para que através de sua vinha nascesse o salvador dos homens. Da vinha de Deus nasceria o verdadeiro fruto, o fruto que nos enxertaria na vinha, Jesus.
            É unanimidade entre as mães: todas querem seus filhos próximos, mas nem sempre se é possível tê-los perto. Muitas coisas afastam filhos e mães, é o emprego, é o ministério, é uma luta por dias melhores e a ida para um país distante, etc. A mesma coisa acontece com relação, homem / Deus. Deus quer, assim como disse Jesus: “....Quantas vezes eu quis abraçar todo o seu povo, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!” (Mt 23.37b), no entanto, muitos estão vivendo suas vidas como filhos pródigos. Estão longe, afastados do Pai.
            Deus o nosso Pai nos quer perto dele. Fez através de Jesus tudo o que era necessário para nos unir a ele. E continua fazendo através da proclamação do evangelho, da administração dos sacramentos, para que seus filhos permaneçam unidos a ele. Deus em seu amor continuará fazendo tudo para que os afastados voltem, pois a exemplo do pai do filho pródigo espera os mesmos de braços abertos. A todos, seja aqueles que estão perto ou os que estão longe, continua comunicando seu maravilhoso convite: “continuem unidos comigo,....
ENXERTADOS NA VINHA DE DEUS
2 – Produzimos frutos


            Pela fé somos enxertados na vinha de Deus, e unidos a ele, disse Jesus: “...vocês também só podem dar fruto se ficarem unidos comigo. Eu sou a videira, e vocês sãos os ramos. Quem está unido comigo e eu com ele, esse dá muito fruto porque sem mim vocês não podem fazer nada” (15.4b – 5). Sem Jesus não podemos produzir nenhum fruto.
            O homem pecador se gaba de suas realizações esquecendo que aquilo que faz de bom e agradável a Deus só é feito por se estar unido a Deus pela fé em Jesus. Sem fé seremos cortados da vinha de Deus e assim lançados no fogo ardente.
            Em Cristo estamos enxertados na vinha de Deus e assim somos capazes de produzir os frutos. Aliás, aos olhos de Deus, só realiza uma boa obra um filho redimido de Deus. Tudo aquilo que um cristão realiza, pensa ou fala pela fé, o faz para glória de Deus e para o bem do próximo.
            O mundo não vê Cristo Jesus, o mundo vê o cristão, e através do cristão visualiza a obra de Jesus, uma obra de amor. A fé dita em palavras é algo incompreensível, no entanto, os frutos da fé são vistos e servem para mostrar que somos discípulos de Jesus.
            Permanecendo em Cristo pelos meios da graça e Cristo permanecendo em nós pelos mesmos meios, seremos capacitados a produzir frutos e esses frutos permanecerão.
            Onde, quando e como - nós que fomos enxertados na videira de Deus pela fé, vamos produzir frutos da fé? Onde: dentro do nosso lar, no trabalho, na escola, na faculdade, etc. Quando: todos os dias, aproveitando todas as ocasiões. Como: servindo a Deus e ao nosso próximo em amor e gratidão.
            Estamos enxertados na vinha de Deus. Agora estamos aptos para produzir os frutos. Na Palavra e no Sacramento permanecemos em Cristo e Cristo em nós. E por estarmos em Cristo e Cristo em nós somos capazes de produzir frutos. Em sua 2º carta aos Coríntios, Paulo disse: “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo. Tudo isso é feito por Deus, o qual, por meio de Cristo, nos transforma de inimigos em amigos dele. E Deus nos deu essa tarefa de fazer com que os outros também sejam amigos dele” (2Co 5.17-18).
            Dependemos exclusivamente da graça de Deus em Jesus. Na sua graça fomos enxertados na sua vinha, na sua graça produzimos frutos, e é por graça que muitos outros são enxertados na vinha e passam a produzir frutos.
            Na vida humana é necessário que o cordão umbilical seja cortado para crescer. Quanto à vida espiritual o cordão umbilical não pode ser cortado jamais, precisamos permanecer em Cristo, pois só em Cristo, alimentados por Cristo é que nós iremos continuar na vinha e continuar a produzir frutos agradáveis a Deus.
Conclusão
            Maio é o dia das mães. Um mês especial para homenagear aquela que nos carregou no útero por 7 ou 9 meses. Aquela que nos amamentou, que perdeu horas de sono, aquela que chorou e chora por nós. No que diz respeito a filhos e mães duas coisas são importantes para que a criança se desenvolva e cresça – cortar o cordão umbilical e ser amamentado. Em relação a Deus é necessário apenas uma coisa: o permanecer ligado a Cristo. Permanecer através da fé, fé que vem pelo batismo e pelo ouvir da palavra de Deus. Fé que continua a existir pelo ouvir e pelo receber o corpo e sangue de Jesus dados com e sob o pão e o vinho. Deus nos abençoe a permanecermos em Cristo, pois em Cristo e Cristo em nós produziremos muitos frutos. E esses frutos produzirão outros frutos. Amém!
Pr Edson Ronaldo Tressmann
44 – 3642 – 2796; (TIM) 9856 - 8020
cristo_para_todos@hotmail.com

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Fique na paz de Jesus
Abençoada semana

“tragam para mim”. Quando o pouco encontra as mãos de Cristo!

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