terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Unidos com o Senhor - alegrai-vos!

 12 de dezembro de 2021

Salmo 85; Sofonias 3.14-20; Filipenses 4.4-7; Lucas 7.18-28

Texto: Fp 4.4

Tema: Unidos com o Senhor - alegrai-vos!

 

Filipenses é denominada como sendo a carta da alegria. No entanto, desperta atenção o fato das circunstâncias em que o apostolo Paulo se encontrava quando escreveu essa carta.

As circunstâncias desfavoráveis não desanimaram o apostolo que da prisão escreveu a carta da alegria, uma das mais animadoras do Novo Testamento.

O apostolo estava preso e sem muita certeza quanto ao seu futuro. Ele passou mais de quatro anos aprisionado e durante esse período recebeu ajuda dos filipenses.

A questão que fica evidente é: preso, necessitado e com o futuro incerto, onde reside a fonte da alegria do apostolo? A resposta está numa frase simples: “unidos com o Senhor” (Fp 4.4).

A frase é simples, mas suas implicações são profundas.

Unidos com o Senhor... pare de se preocupar e martirizar pelos problemas. Unidos com o Senhor, ore pedindo e agradecendo (Fp 4.6).

Unidos com o Senhor... a culpa não pode dominar você a ponto de paralisar. Em Jesus temos paz com Deus (Fp 4.7).

O terceiro domingo do advento é denominado como sendo o domingo da alegria. Você é uma pessoa alegre? Qual é o motivo da sua alegria?

Se a pergunta fosse o inverso, ou seja, você é uma pessoa triste? Qual motivo da sua tristeza? Com certeza seria muito mais fácil responder a essa questão.

Humanamente falando o apostolo Paulo devido a situação, exigia que estivesse triste, acabrunhado, cheio de ódio e amargor. Mas, não é essa a realidade do apostolo. Ao contrário, o apostolo está radiante de alegria e isso se deve ao fato de estar no Senhor. Por isso, antes de encerrar a carta escreveu: “Na minha vida em união com o Senhor, fiquei muito alegre...” (Fp 4.10) e passa a descrever o porquê da sua alegria. Unidos com o Senhor os filipenses não o abandonou a própria sorte (Fp 4.10). Unido com o Senhor o apostolo não se sentia abandonado, pelo contrário sentia-se suprido (Fp 4.11). E o segredo da sua felicidade devia-se ao fato de que Cristo era sua força em toda e qualquer situação (Fp 4.13).

Parece que temos apenas motivos para chorar, reclamar, murmurar. Muitas são as circunstâncias da vida diária que o lamento parece ser a melhor alternativa. Dessa forma, o apostolo Paulo nos transmite um recado muito especial através de uma frase muito simples: “unidos com o Senhor” (Fp 4.4).

Recorde que não é qualquer Senhor. É aquele que se sujeitou ao plano do Pai para que você fosse resgatado. É o Senhor que nos dá paz com Deus (Fp 4.7). Em outras palavras podemos dizer que apesar de todas as circunstâncias que podem nos levar a tristeza, o Senhor mostra que eu e você somos o centro do coração de Deus. O Pai entregou o Filho para não nos abandonar a própria sorte.

A alegria não está em nós. Estou sorridente, alegre, mas, um fato ocasional, uma palavra de mau gosto, uma brincadeira, são motivos para me entristecer. A verdadeira alegria está no Senhor. Observe que o apostolo destaca isso num momento difícil da sua vida e é possível ouvir Neemias, que num dos momentos mais críticos do povo de Jerusalém, disse: “A alegria que o Senhor dá fará com que vocês fiquem alegres” (Ne 8.10).

A alegria apesar das circunstâncias não é uma obra humana. O apostolo Paulo registra que a alegria é um dos frutos do Espírito Santo (Gl 5.22).

Unidos com o Senhor é certeza de alegria duradoura apesar das ocorrências devastadoras do dia-a-dia.

Não deixe as circunstâncias de o dia-a-dia permitirem você esquecer-se do Senhor a quem você está unido. Recorde-se que mesmo andando num vale da sombra da morte, o Senhor a quem você está unido, está contigo (Sl 23).

Unidos com o Senhor é certeza de que Deus está conosco. Aliás, essa é a promessa do salvador ressuscitado, vitorioso: “eis que estou convosco todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28.20).

Não sei se você já se fez essa pergunta: qual motivo em querermos tanto ter momentos alegres? É por que a alegria não é da terra, mas é algo divino, sua fonte é o céu. E a alegria do céu nos foi enviada e agora pela fé estamos unidos ao Senhor, unidos à alegria. E daqui a pouco, essa alegria voltará (Fp 4.5) e com um belo e maravilhoso sorriso no rosto ouviremos o majestoso convite: “venham benditos do meu Pai” (Mt 25.34). Amém!

ERT

Edson Ronaldo Tressmann

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Estamos em obra! (Fp 1.6)

 05 de dezembro 2021

Salmo 66.1-12; Malaquias 3.1-7; Filipenses 1.2-11; Lucas 3.1-14

Texto: Filipenses 1.6

Tema: Estamos em obra!

 

Geralmente lê-se a placa: Atenção – Estamos em obras.

Quando a obra está na fase da fundação, a curiosidade é sobre o que de fato será construído. Quando se está erguendo as paredes, vislumbramos seu tamanho. Após estar pronta usufruímos sua utilidade.

Paulo escreveu aos Filipenses: “Pois eu estou certo de que Deus, que começou esse bom trabalho na vida de vocês, vai continuá-lo até que ele esteja completo no Dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6).

Deus iniciou e continua seu trabalho até o dia em que Jesus volte e isso para um propósito: salvar!

Durante a segunda viagem missionária, o apostolo Paulo esteve em Filipos, e na beira do rio iniciou o trabalho missionário naquela cidade. É de Filipos a primeira mulher (Lídia) convertida ao cristianismo na Europa.

Devido ao evangelho, Paulo era constantemente preso e, aprisionado em Roma, o apostolo recebeu a visita do pastor Epafrodito que lhe trouxe suprimentos dos cristãos da cidade de Filipos (a terceira vez. As outras das vezes foram em Tessalônica). Além dos donativos, Epafrodito trouxe informações sobre a igreja e sua vida espiritual.

Entre as notícias, o apostolo ouviu de Epafrodito que os filipenses estavam sendo atormentados por falsos ensinamentos. E o resultado desses falsos ensinos os estava levando a desunião, e o desfecho seria um isolamento geral. Por isso o alerta de Paulo (Fp 2.1-2; 3.1; 4.1).

Era como se o apostolo estivesse dizendo que todos se mantivessem unidos, afinal, “Deus iniciou esse bom trabalho e vai continuar esse trabalho até o dia completo de Deus”, ou seja, “quando Jesus voltar”.

Eu não me fiz cristão. Essa é uma obra divina. Eu não entrei no Reino de Deus. Eu fui colocado no Reino. Eu não sirvo no Reino. Eu sou capacitado e motivado por Deus para servir no Reino. Ser cristão, estar no reino e servir é obra de Deus. Olhar para o Templo e os cristãos é visualizar a obra de Deus.

Essa obra divina é iniciada quando nos presentei com a fé. E para presentear com a fé os seres humanos, Deus utiliza-se da sua Palavra e age pelo Batismo e Pregação.

O apostolo João destaca as palavras do Salvador no qual disse que o seu Pai e Ele trabalham até agora (Jo 5.17). O trabalho iniciado por Deus é contínuo. O autor a carta aos Hebreus enfatizou que vocês “...ainda precisam de alguém que lhes ensine as primeiras lições dos ensinamentos de Deus...” (Hb 5.12).

Ouça o apostolo Paulo que nos escreveu: “Pois eu estou certo de que Deus, que começou esse bom trabalho na vida de vocês, vai continuá-lo até que esteja completo no dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6).

Depois de anunciar aos Filipenses que o bom trabalho iniciado é também um trabalho continuo, o apostolo Paulo fez e faz os cristãos a refletir em torno do verdadeiro objetivo de sua epistola. A fé iniciada e continuada faz crescer o amor e leva ao discernimento do que é bom e não se deixa levar por qualquer vento de doutrina. Essa obra divina iniciada e continuada se manifesta nos frutos de justiça, amor, alegria, bondade, paciência, etc. O apostolo agradece a Deus pelos frutos produzidos pelo trabalho divino. Eles estavam cooperando no evangelho, auxiliando nas dificuldades e solicitando que se mantenham unidos.

Isolar-se um do outro não afasta apenas pessoas. O isolamento na congregação enfraquece a pregação e a cooperação do evangelho. O trabalho continua.

Pois eu estou certo de que Deus, que começou esse bom trabalho na vida de vocês, vai continuá-lo até que esteja completo no dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6). Que a placa esteja visível em nossa casa e igreja: Estamos em obras. Uma obra divina. Amém!

ERT

Edson Ronaldo TREssmann

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Sobrecarregado!

28 de novembro 2021

1º Domingo de Advento

Salmo 25.1-10; Jeremias 33.14-16; 1Tessalonicenses 3.9-13; Lucas 21.25-36

Texto: Lucas 21.34

Tema: Sobrecarregado!

 

Fiquem alertas! Não deixem que as festas, ou as bebedeiras, ou os problemas desta vida façam vocês ficarem tão ocupados, que aquele dia pegue vocês de surpresa,” (Lc 21.34 NTLH). ... para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado” (Lc 21.34, ARA)

 

Sobrecarga é um dos problemas que afeta bastante as pessoas, principalmente durante uma crise.

Não fosse a sobrecarga, iríamos produzir muito mais. A sobrecarga afeta nossa vida pessoal em todos os sentidos.

Jesus fala a respeito de uma sobrecarga que impede as pessoas de ficarem alertas. Disse o Salvador Jesus: Fiquem alertas! Não deixem que as festas, ou as bebedeiras, ou os problemas desta vida façam vocês ficarem tão ocupados, que aquele dia pegue vocês de surpresa,” (Lc 21.34).

As coisas e fatos momentâneos são capazes de nos fazer esquecer o essencial. Tira a atenção e o foco naquilo que de fato é preciso estar focado e atento. Recorde que não são apenas festas e bebedeiras que tiram o foco, os problemas do dia-a-dia também nos sobrecarregam e tiram o foco.

Jesus alertou que a perseguição, os terremotos, os falsos profetas, as guerras, a fome, seriam sinais do fim e diante desses muitas pessoas desconsiderariam os mesmos, e isso por estarem sobrecarregadas.

Jesus recomenda para que as pessoas não se sobrecarreguem com festas, bebedeiras e até mesmo com as preocupações do dia-a-dia para que quando esses sinais ocorrerem às pessoas não os desconsidere a ponto de ignorá-los.

Coisas que assustam as pessoas e que parecem estar ocorrendo numa velocidade incrível são fatos que devem ser esperados. São os sinais apontados por Jesus. Mas, o fato é que a sobrecarga, a ocupação com as coisas do aqui e agora, têm levado muitos a ignorar os sinais e as Palavras de Jesus.

Disse Jesus: “O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre” (Lc 21.33)

Jesus convida todos para vigilância e alerta diante d sobrecarga e preocupação com fatos e coisas que irão passar.

Cuidado para que diante das festas, bebedeiras, preocupações passar a ouvir outras vozes e ignorar a Palavra do Senhor.

As palavras de Jesus demonstram inenarrável (Lc 21.36) pavor das pessoas ao verem os sinais na lua, nas estrelas, sobre a terra (Lc 21.25) e os fazerem questionar e buscar respostas onde há respostas e nem sequer consolo e conforto. Na carta escrita para Timóteo, o apostolo Paulo destacou que chegaria o tempo em que as pessoas não iriam dar atenção ao verdadeiro ensinamento, pelo contrário, seguirão seus próprios desejos. Dessa forma arranjarão para si mesmas uma porção de mestres, que vão dizer o que elas querem ouvir e passarão a dar ouvidos e atenção às lendas (2Tm 4.3-4). Diante desse fato, o apostolo Paulo exorta dizendo: “seja moderado em todas as situações” (2Tm 4.5).

Jesus pede para que não estejamos sobrecarregados a ponto de esquecer o que é eterno diante daquilo que tudo passa. Não deixe sua família, amigos, trabalho, lazer, afastar você daquilo que é eterno, ou seja, da Palavra de Deus. Sua família, amigos, trabalho, lazer, passará, no entanto, a Palavra de Deus não passará.

Estar ocupado - sobrecarregado (Lc 21.34) significa ficar pesado. É quando você bebe ou come de mais e sente pesado e assim dorme, e dessa forma perde a noção da realidade.

Ao alertar sobre a sobrecarga e a ocupação que faria muitas pessoas ignorarem a Palavra de Deus e os sinais do fim, o objetivo de Jesus é que ninguém se desculpe dizendo que foram pegos de surpresa como se estivessem diante de uma armadilha (Lc 21.35).

O fim dos tempos, ou mesmo a morte, só pegará de surpresa como se fosse uma armadilha quem não está preparado. Aquele que vive longe do Senhor e sem a fé firmada em Cristo, deve passar a ocupar-se da Palavra de Deus. Não ignore o eterno diante das coisas que passarão.

Não ignore a pregação da Palavra. Teremos mais um ano eclesiástico a nossa frente. Ano após ano, lemos duzentas e oito perícopes bíblicas nos cultos. Sendo 52 Salmos, cinquenta e dois textos do Antigo Testamento e Atos dos Apóstolos, 52 perícopes das epistolas e outros 52 trechos do evangelho. São necessários 12 anos para que um pastor pregue todos os textos da série trienal A, B, C. É preciso 36 anos de pregação para pregar cada um desses textos 3 vezes.

Não ignore a pregação da Palavra. Esse é o alerta do terceiro mandamento a respeito da sua Palavra. Eis a importância em Deus enviar alguém para anunciar, afinal, se não houver quem pregue, não haverá quem creia e assim não haverá quem tome posse da vida eterna.

A Palavra de Deus deixou de ser prioridade na vida de muitas pessoas devido a sobrecarga e ocupação com as coisas do aqui e agora. Isso se mostra pelo ter das desculpas: não tenho tempo; não posso; tenho compromisso; estou cansado; preciso relaxar;...

Disse Jesus: Fiquem alertas! Não deixem que as festas, ou as bebedeiras, ou os problemas desta vida façam vocês ficarem tão ocupados, que aquele dia pegue vocês de surpresa,” (Lc 21.34).

Enquanto Jesus nos alertou sobre a sobrecarga, é preciso refletir no fato de que o Diabo, inimigo de Deus e dos seus filhos, lança atrativos, ocupações e preocupações para nos cegar diante das Palavras de Jesus Cristo.

Jesus não quer que as pessoas percam o equilíbrio em suas vidas, não quer que prejudiquem a si mesmas e nem vivam dominadas pelo materialismo.

O fim dos tempos e os sinais não são armadilhas de Deus. Jesus se ocupa e preocupa com a nossa eternidade. E a vida eterna nos é dada e oferecida e Cristo. Amém!

ERT

Edson Ronaldo TREssmann

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Progredir na fé e continuar no amor de Deus!

                                                               21 de novembro 2021

Salmo 93; Isaías 51.4-6; Judas 20-25; Marcos 13.24-37

Texto: Judas 20-25

Tema: Progredir na fé e continuar no amor de Deus!

 

Desde o final de 2019 o mundo vive apreensivo. Cada canto do planeta terra esteve apreensivo.

Judas escreve aos cristãos no ano 70 d.C. devido a uma apreensão. Seu intento era escrever uma carta a “respeito da salvação comum,” no entanto, parece que algo lhe causou apreensão e isso fez com que Judas escrevesse uma carta “para animá-los a combater a favor da fé que, uma vez por todas, Deus deu ao seu povo” (Jd 3).

O combate a favor da fé devia-se ao fato de que muitos perturbadores estavam ocasionando estragos na comunidade. Esses subversivos passaram a difamar quem tinha autoridade sobre eles; agiam movidos pela ganância quer seja de dinheiro ou de elogios; passaram a murmurar e quando se aproximavam o faziam com intuito de adular para beneficio próprio (Jd 8-16).

Judas estava apreensivo! Sua apreensão era por causa do perigo desses adversários estarem levando os crentes a se dilacerarem e assim não estarem mais se edificando. A exortação do irmão de Jesus (Mt 13.55; Mc 6.3; 1Co 9.5) é explicita: “Porém vocês, meus amigos, continuem a progredir na sua fé, que é a fé mais sagrada que existe. Orem guiados pelo Espírito Santo” (Jd 20).

Quem é chamado a progredir na fé? Àqueles que estavam sendo confundidos pelos agitadores na comunidade e fora dela.

Os apóstolos Paulo e Pedro destacam que o progresso na fé, a edificação na fé se dá pelo encaixe de uma pedra viva na outra (1Pe 2.4; 1Co 3.11-15; Ef 2.19-21). E esse encaixe se dá com amor, mansidão e perdão.

O progresso se dá com empenho e trabalho. Igreja não é local de visitas, mas, de obras. A vida congregacional envolve envolver-se no trabalho e não ficar de braços cruzados e juntar-se aos opositores e ser empecilho. Sempre há o que fazer até mesmo e principalmente orar.

Recorde que havia certa apreensão em Judas. Ele desejava que os cristãos buscassem a progredir na fé, enfim, devido aos agitadores, muitos estavam em dúvida, melhor, estavam divididas. Viviam em conflito consigo mesmas. Não sabiam se continuavam ou se deixavam de progredir na fé. Diante desses, os crentes eram convocados por Judas para terem compaixão dos mesmos.

É preciso recordar que a compaixão é um ato de amor. E amar o outro é ver seu erro e pecado e tentar tirá-lo daquela situação. É como socorrer alguém que está dentro de uma casa pegando fogo.

Enquanto os adversários levavam as discussões e divisão, Judas apreensivo convida os cristãos a “progredir na sua fé” (Jd 20) e “continuar vivendo no amor de Deus” (Jd 21) e assim, tirar outros que estão no fogo se queimando e precisando ser ajudado.

Judas estava apreensivo em como a igreja sobreviveria diante desses agitadores que estavam conduzindo muitos ao fogo? Será que os crentes iriam tropeçar e cair? Dessa forma Judas enumera por que é tão importante progredir na fé, ou seja, só “Deus pode evitar que vocês caiam...” (Jd 24).

Essa é uma razão pela qual é necessário e urgente estar engajado. Recordemos as palavras escritas aos Hebreus: “não abandonemos como alguns estão fazendo, o costume de assistir as nossas reuniões...” (Hb 10.25).

A exortação de Judas quanto ao progresso na fé deve-se ao alerta de Jesus que diante dos sinais do fim muitos seriam seduzidos, inclusive muitos cristãos (Mt 24.24).

Querido irmão e irmã em Jesus progrida na fé e continue vivendo no amor de Deus, pois somente Ele tem o poder de guardar. Qual é o motivo em Deus nos guardar do tropeço? Ele é o único a quem compete nossa adoração. Sua magnitude está m nos redimir. Progrida na fé e continue no amor de Deus! Amém!

ERT

Edson Ronaldo TREssmann

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Um passo de Jesus de cada vez!

                                                               21 de novembro 2021

Salmo 93; Isaías 51.4-6; Judas 20-25; Marcos 13.24-37


Se quiser voluntariamente fazer um pix

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Texto: Marcos 13.24-37

Tema: Um passo de Jesus de cada vez!

 

Um rei, a beira da morte, entregou um livro ao seu filho e disse-lhe: “Neste livro há apenas duas páginas escritas. A primeira página foi escrita para o dia mais difícil da vida e a segunda página para o dia mais fácil da vida”. Leia a página correspondente a cada momento da sua vida.

Anos se passaram, e este filho ficou reinando no lugar do seu pai. Um dia, o reino estava em meio a uma guerra e muita fome. O filho lembrou-se do presente do pai e pegou o livro para lê-lo. Na primeira página, para o dia mais difícil estava escrito: “Isto vai passar”.

Após esses dias sombrios terem passado, após muitos anos, o reino vivendo dias de prosperidade e o povo feliz, o rei lembrou-se novamente do presente do pai. Pegou o livro, virou a primeira página que havia lido nos dias difíceis e leu a segunda página, já que estava vivendo dias bons. Para a surpresa do filho, na segunda página estava escrito: “Isto também vai passar”.

Jesus disse: “O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre” (Mc 13.31).

Marcos capítulo 13 é considerado o “apocalipse de Marcos”. Esse breve apocalipse não visa assustar, mas, alimentar as esperanças dos cristãos que em meio as dificuldades, Cristo trará nova vida, novo céu e nova terra.

Os sinais descritos em referência aos astros (sol, lua, estrelas) não visam amedrontar, mas visa destacar que aquele que tudo criou (Gn 1.14-17) para reger os tempos, dias e anos, ou seja, que destaca a ação de Deus na história e a própria história terá seu fim. A história, assim como a conhecemos e vivemos, terá seu fim. O firmamento (Gn 1.7) será abalado, mas muito mais abalado ficará aquele que não crê em Cristo. O abalo do firmamento trará o juiz que julgará vivos e mortos.

Caro irmão e irmã em Jesus, console-se nos sinais, afinal, os mesmos, ou melhor, cada sinal visto na esfera religiosa (falsos mestres), no âmbito social (guerras e fome) e na esfera ambiental (terremotos ...) nos fazem perceber um passo a mais daquele que está caminhando para vir julgar vivos e mortos. Um passo de Jesus de cada vez!

Caro irmão e irmã em Jesus, os cristãos perseguidos, dispersos e em fuga por serem filhos e filhas de Deus receberão a posse celestial preparada desde a fundação do mundo.

Ninguém dos que morreram ou estiverem vivos credo em Cristo receberão direito a posse da vida eterna. Nenhum crente será esquecido (de um lado do mundo ao outro, v.27).

Ao falar sobre os sinais do fim do aqui e agora, Jesus visa ensinar os seus. E seu ensino é transparente a respeito do que é eterno e do que é quase eterno (v.31). Dessa forma ao dizer: “O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre” (Mc 13.31) Jesus enumera para que a história do aqui e agora seja apenas para mostrar o quão próximo está o Senhor que virá. Ouça a exortação dita pelo profeta Isaías: “Olhem para o céu, lá em cima, olhem para a terra, aqui embaixo. O céu desaparecerá como fumaça, a terra ficará gasta como uma roupa velha, e os seus moradores morrerão como se fossem moscas. Mas a minha vitória será total, o meu poder durará para sempre” (Is 51.6).

Caro irmão e irmã em Jesus, não deixe o aqui e agora, diante das coisas que irão passar (trabalho, família, amigos, terremotos, guerras, tribulações, perseguições ...) fazerem perder de vista que cada sinal é um passo adiante daquele que está por vir para julgar os vivos e os mortos. Um passo de Jesus de cada vez! É preciso estar alerta e acordado todos os dias enquanto realizamos nossas tarefas.

O apocalipse de Marcos (Mc 13) são palavras de atenção de Jesus. Ao vir de surpresa muitos estarão cercados de incertezas (Mc 13.35-36) e para não sermos tragados pela incerteza Jesus diz: “O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre” (Mc 13.31).

Cada sinal, cada coisa que passa e muitos outras que irão passar nos despertam para aquilo que de fato é eterno e merece atenção: a Palavra de Deus! E essa Palavra anuncia que nossa esperança não é cega! Amém.

ERT

Edson Ronaldo Tressmann

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Uma palavra em dias de pós-isolamento!

 14 de novembro 2021

Salmo 16; Daniel 12.1-13; Hebreus 10.11-25; Marcos 13.1-13

Texto: Hebreus 10.25

Tema: Uma palavra em dias de pós-isolamento!

 

Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês veem que o dia está chegando” (Hb 10.25).

 

O mundo viveu dias de isolamento social. Pessoas ficaram reclusas em suas casas e o que parecia ensinar sobre a importância da comunhão e parecia gerar saudade e desejo de estar junto novamente, infelizmente fez muitos se isolarem ainda mais.

É importante e fundamental a reunião dos crentes em Cristo para louvarem o Senhor. Essa importância é mostrada pelo próprio Deus em um de seus mandamentos, o terceiro.

Os primeiros cristãos entendiam a importância de estarem reunidos. A reunião não é apenas um evento social. O ato de congregar deve-se ao desejo de Deus em ter um encontro com seus filhos para oferecer a eles, seu perdão, sua graça e seu amor (At 2.46; 5.42).

Diante das restrições sanitárias, devido a pandemia, muitos diziam que estavam saudosos dos cultos presenciais. Muitas dessas pessoas parece terem se acostumado com a versão on line da igreja e da reunião. Não está errado assistir os cultos, no entanto, a comunhão, o contato olho no olho é muito importante e necessário. Enfatizo que o reunir-se não é apenas um evento social, é algo espiritual.

A igreja em Corinto (1Co 11.18) infelizmente passou a congregar-se para dissensões e debates e isso não estava edificando, apenas destruindo a comunhão.

A comunhão cristã é sim a composição de todos os creem, no entanto, os que creem se reúnem. O momento de comunhão com outros que creem não pode ser tido como secundário, ou sem necessidade e importância como se qualquer outro evento pudesse me afastar da reunião.

Se lermos atentamente os evangelhos é comum vermos Jesus semanalmente na sinagoga u no templo.

O salmista descreveu bem a importância da reunião da comunhão dos santos dizendo que “um dia na casa de Deus vala mais que mil em outro lugar” (Sl 84.10).

Em dias de acessibilidade é sabido e vívido que muitos não participam da reunião por esse motivo. Mas, a verdade é que muitos não têm desculpas para não participar da reunião.

O salmista escreveu: “...Quão bom e quão maravilhoso é, que os irmãos vivam em união” (Sl 133.1). Por isso, nesses tempos de pós-pandemia, vale dizer: “Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às nossas reuniões. Pelo contrário, animemos uns aos outros e ainda mais agora que vocês veem que o dia está chegando” (Hb 10.25).

Amém!

ERT

Edson Ronaldo Tressmann

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Realidades corriqueiras!

07 de novembro 2021

Salmo 146; 1 Reis 17.8-16; Hebreus 9.24-28; Marcos 12.38-44

Texto: Hb 9.24-28

Tema: Realidades corriqueiras!

 

Há fatos que se tornam repetitivos todos os dias: comer, beber, dormir, trabalhar. Nessa sucessão rotineira em muitas situações melhoramos o cardápio, a bebida, reparamos o sono, realizamos melhorias no trabalho.

O sábio Salomão disse que o tempo se dá entre o nascer e o morrer (Ec 3.2). Nessa sucessão rotineira há fatos tristes e alegres. E entre os fatos corriqueiros, há fato ocorre apenas uma vez na vida de cada indivíduo: a morte.

A morte coloca um ponto final nas coisas do aqui e agora. O autor da carta aos Hebreus destaca que após isso, haverá só o juízo. Entre os muitos lugares frequentados durante nossa vida, após a morte todos iremos comparecer diante do tribunal de Deus.

Na morte, não seremos nós que iremos fazer um balanço. Deus fará o balanço da nossa vida, da fé e das obras (Ap 14.13).

O autor a carta aos Hebreus deseja destacar a obra de Jesus. Jesus Cristo ocupa lugar central em todos os capítulos da carta aos Hebreus. Jesus é o grande sacerdote, é maior que o sacerdócio do antigo testamento. Jesus Cristo é o mediador da nova aliança entre Deus e os seres humanos. Jesus Cristo é o sacrifício oferecido a Deus.

O autor a carta aos Hebreus, assim como o profeta Isaías, destaca que o sacrifício de Jesus Cristo vale para todos (Is 53.12; Hb 9.28). Jesus sofreu e morreu por todos os pecadores.

Assim também Cristo foi oferecido uma só vez em sacrifício, para tirar os pecados de muitas pessoas. Depois ele aparecerá pela segunda vez, não para tirar pecados, mas para salvar as pessoas que estão esperando por ele” (Hb 9.28).

O autor a carta aos Hebreus e o profeta Isaías (Is 53.12) destacam que Jesus Cristo veio “tirar os pecados” – alforriar escravos. Fomos comprados (1Co 6.20; 1Pe 1.19) pelo sangue de Cristo não para sermos oprimidos, mas para sermos livres (Gl 5.13).

Comemos, bebemos, dormimos, trabalhamos. É possível mudar o que comemos, bebemos a forma como trabalhamos. No entanto, a morte e só uma. É preciso preocupar-se com essa realidade. Não tenho certeza que irei morrer, pode ser que Jesus volte antes (1Ts 4.16-17). Mas, muitas pessoas irão morrer, pode ser que eu também morra. E dai?

Deus em sua Palavra anuncia que o salário do pecado é a morte (Rm 6.23). No entanto, a história não termina aí. A Palavra de Deus anuncia que há vida após a morte. É a realidade eterna tem dois destinos: vida eterna ou morte eterna (Jo 3.16). Como escreveu o apostolo Paulo: “Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus” (Rm 14.12). Quem morrer em Cristo tem a vida eterna. Todavia, para morrer em Cristo é preciso estar vivendo em Cristo.

Comemos, bebemos, dormimos, trabalhamos. É possível mudar o que comemos, bebemos a forma como trabalhamos. No entanto, a morte e só uma e após a mesma iremos comparecer diante do tribunal de Deus e será tão somente em Cristo, receberemos a coroa da vida eterna (Ap 2.10). Amém

ERT

Edson Ronaldo Tressmann

Unidos com o Senhor - alegrai-vos!

  12 de dezembro de 2021 Salmo 85; Sofonias 3.14-20; Filipenses 4.4-7; Lucas 7.18-28 Texto: Fp 4.4 Tema: Unidos com o Senhor - alegra...