segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Deus reafirma a sua missão

O Batismo de Jesus 
12/01/2014
Sl 29; Is 42. 1 – 9; Rm 6. 1 – 11; Mt 3. 13 - 17
Deus reafirma sua missão


         Ao meditar sobre o batismo de Jesus precisamos responder uma questão fundamental: Se o batismo de João Batista era um batismo “para arrependimento” (Mt 3.11), qual a razão do batismo de Jesus?
         Antes da resposta, convém relembrar a mensagem da semana passada. De acordo com as palavras de Jesus a José e Maria, Ele veio para se ocupar dos negócios do seu Pai, (Lc 2.49), ou seja, ocupar nosso lugar, pois o desejo de Deus é salvar os pecadores. No texto bíblico de hoje, Mt 3. 17, o próprio Deus Pai diz que Jesus é o sacrifício perfeito do qual Ele se agradará.
         Assim podemos retornar a questão: Se o batismo de João Batista era um batismo “para arrependimento” (Mt 3.11), qual a razão do batismo de Jesus? A resposta pode ser dada de duas maneiras bem simples.
         Primeiro: com seu batismo Jesus quis se identificar com os pecadores que veio salvar;
         Segundo: veio se identificar com as pessoas que estavam debaixo da ira de Deus;
 
         Quando o Pai afirma: “...Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria” (Mt 3.17), está dizendo que Jesus é o sacrifício perfeito do qual Ele se agradará, está dizendo que em Jesus, os céus que estavam fechados, agora são como uma porta e uma janela aberta. Não há mais distância entre Deus e nós. Deus está presente, Jesus é o Emanuel que veio e nos leva ao Pai.
         Jesus é o sacrifício perfeito em nosso lugar. Ele veio justamente por estarmos debaixo da ira de Deus. Somente seu sacrifício pode aplacar a ira de Deus. O autor a carta aos Hebreus disse: Cada Grande Sacerdote é escolhido entre os homens e nomeado para servir a Deus em favor do povo, apresentando a Deus ofertas e sacrifícios pelos pecados. Como ele próprio tem as suas fraquezas, pode ter paciência com os ignorantes e com os que cometem erros. E, porque ele mesmo é fraco, precisa oferecer sacrifícios não somente pelos pecados do povo, mas também pelos seus próprios pecados. Ninguém escolhe para si mesmo a honra de ser Grande Sacerdote. É somente pela vontade de Deus que um homem é chamado para ser Grande Sacerdote, como aconteceu com Arão. Assim também Cristo não tomou para si mesmo a honra de ser Grande Sacerdote; foi Deus quem lhe deu essa honra, pois lhe disse: “Você é o meu Filho; hoje eu me tornei o seu Pai” (Hb 5. 1 – 5). Por essa razão disse o autor a carta aos Hebreus: “Por isso Jesus é o Grande Sacerdote de que necessitamos. Ele é perfeito e não tem nenhum pecado ou falha. Ele foi separado dos pecadores e elevado acima dos céus. Ele não é como os outros Grandes Sacerdotes; não precisa oferecer sacrifícios todos os dias, primeiro pelos seus próprios pecados e depois pelos pecados do povo. Ele ofereceu um sacrifício, uma vez por todas, quando se ofereceu a si mesmo” (Hb 7. 26 – 27). Diferentemente dos sacrifícios do Antigo Testamento é dito que “Porém Jesus Cristo ofereceu só um sacrifício para tirar pecados, uma oferta que vale para sempre, e depois sentou-se do lado direito de Deus” (Hb 10.12).
 
         Jesus esteve ocupado dos negócios do seu Pai por e para nós pecadores. Ele é a alegria de Deus. Em Jesus cada pecador se torna a alegria de Deus. Alegria oferecida e dada pelo Sacramento do santo batismo. Batismo do qual cada pecador necessita, tanto para receber o perdão dos pecados quanto para ter seus olhos abertos e enxergar as janelas e as portas abertas dos céus.
         Deus disse a respeito de Jesus reafirmando sua missão, “...Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria” (Mt 3.17). Ou seja, Jesus é o sacrifício aceito por Deus em nosso lugar. Creia em Jesus Cristo! O sacrifício de Jesus abriu as portas do céu. Amém!
 

Rev. Edson Ronaldo Tressmann

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