segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Felizes os espiritualmente pobres com a mensagem da cruz!

 Quarto Domingo após Epifania

01 de fevereiro 2026

Salmo 15; Miquéias 6.1-8; 1Coríntios 1.18-31; Mateus 5.1-12

Texto: Mateus 5.1-12

Tema: Felizes os espiritualmente pobres com a mensagem da cruz!

 

Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas” (Mt 5.3, NTLH)

 

Você quer ser feliz?

Um dos maiores desejos do ser humano é a felicidade!

A verdadeira felicidade não é um sentimento passageiro, mas o ato de caminhar sob o governo de Deus, reconhecendo nossa total falência espiritual diante da cruz.

          Vivemos numa sociedade viciada em “doses” de felicidade. Pessoas buscam momentos de prazer e chamam isso de “ser feliz”.

Jesus sobe ao monte. E o seu subir e pregar não visa oferecer dicas de autoajuda e nem inaugurar o coaching motivacional.

O evangelista Mateus, ao escrever seu evangelho deseja interpretar as profecias do Antigo Testamento para os judeus como uma referência direta à Jesus.

Mateus usa o esquema do Pentateuco e por isso traz em seu evangelho 5 discursos. Ao destacar que Jesus subiu ao monte (Mt 5.1), Mateus quer fazer com que o leitor recorde de Moisés que subiu ao Monte para receber a Lei de Deus. Aqui, Jesus sobe ao monte como o novo Moisés. Jesus não apenas interpreta a Lei, Jesus a cumpre. E para mostrar que Jesus tem autoridade tanto quanto a de Moisés, Mateus registra que o primeiro discurso é finalizado com a maneira como Jesus ensinou, como de quem tem autoridade (Mt 7.28-29).

As primeiras palavras de Jesus são: “Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas” (Mt 5.3).

Pessoas querem e buscam ser feliz. E a busca pela felicidade têm um custo muito alto. E quem já optou em ir em busca da felicidade passageira desse mundo, sabe o quanto isso tem custado.

A felicidade que custo caro no mundo, custo muito quando as pessoas também a buscam de maneira equivocada na igreja.

Na época de Jesus, a elite religiosa era dominante e se sobrepunha sobre as demais. Os grupos religiosos se julgavam justos diante de Deus e eles entendiam que quando o Messias viesse, os pecadores seriam aniquilados. Por essa razão Jesus não agradou a elite religiosa. Ouvimos por ocasião do nascimento de Jesus que ele salvaria o seu povo dos pecados deles (Mt 1.21).

Os grupos religiosos buscavam ter e exerciam sua influência política. Fariseus tinham muito poder e influência política. Era o grupo religioso que aderia ao governo e estava sob seu serviço. Eles exerciam função de educadores, funcionários religiosos e administradores. Faziam parte da folha de pagamento do governo e desfrutavam de seus favores. Dessa forma havia quem dominasse e quem era dominado e por isso, os perseguidos precisavam de perseverança. Os grupos dominados, apesar de, serem injustiçados, humilhados, chorarem e perseguidos, eram chamados a agir pela paz.

Quando Jesus cita o Reino de Deus, sua proposta é, a felicidade está em ser governado por Deus. Você quer essa felicidade?

          A palavra grega makarioi corresponde a palavra hebraica Asherêi. E asherêi vem de uma raiz que significa “avançar, caminhar, pôr-se em marcha”. Ser feliz não é estar sentado sorrindo enquanto o mundo desaba. É ter a coragem de caminhar na contramão.

O mundo promove a raiva; o cristão caminha na mansidão;

O mundo promove a vingança; o cristão caminha na pacificação;

O mundo promove a corrupção; o cristão caminha na fome e sede de justiça;

Essa felicidade, makarios, Asherêi, é desonrada pelo mundo e por isso, é perseguida, caluniada e difamada.

O sermão do monte destaca o conflito de governos. No Reino de Deus, quem governa é Deus. Quem governa você?

Enquanto os fariseus, escribas, saduceus se deixavam governar pelo governo da época para ter regalias, Jesus convida a se deixar governar por Deus (Reino dos céus).

Ser governado por Deus é agir contrário as vontades do mundo e por estar na contramão do mundo se é odiado, perseguido, injuriado ...

O verdadeiro governo não é da classe dominante, precisa ser de Deus.

          Na época de Jesus, os fariseus achavam que eram ricos em justiça. Eles tinham influência, poder político e méritos religiosos. Eles achavam que o Messias viria para aniquilar os pecadores e eles estariam a salvos. Por essa razão, ao dizer que felizes são os mendigos, Jesus revela que o Reino pertence àqueles que chegam diante de Deus de mãos vazias. Ser “pobre em espírito” é admitir: “Senhor, eu não tenho méritos, eu não tenho justiça própria, eu sou totalmente dependente da tua graça”.

          Enquanto o mundo diz “acredite em si mesmo”, Jesus diz: “reconheça que sem Mim você nada pode fazer”. A felicidade começa onde o nosso orgulho termina.

O sermão de Jesus é um manifesto político espiritual. Naquela época, a elite religiosa se vendia ao governo romano para manter regalias. Eles preferiam o governo de César ao governo de Deus.

Quer ser governado por quem?

Ser governado por Deus significa ser odiado pelo sistema desse mundo e por isso, opressão, perseguição, calúnia, ódio. Para quem prefere ser governado por Deus e caminhar, pôr-se em marcha, na contramão desse mundo, Jesus convida a se alegrar.

A mensagem das bem-aventuranças só faz sentido à sombra da Cruz. Foi na Cruz que Jesus se tornou o mais “pobre”, o mais “insultado” e o mais “perseguido” para que nós pudéssemos herdar o Reino e ser governado por ele em humildade, mansidão, justiça e pureza de coração.

A felicidade proposta por Jesus não é um troféu para os fortes, é um presente.

A verdadeira felicidade não é um sentimento passageiro, mas o ato de caminhar sob o governo de Deus, reconhecendo nossa total falência espiritual diante da cruz. Amém

 

Edson Ronaldo Tressmann

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Jesus: a luz que brilha na terra das sombras! (Mt 4.12-25)

 Terceiro Domingo após Epifania

25 de janeiro 2026

Salmo 27.1-9; Isaías 9.1-4; 1Coríntios 1.10-18; Mateus 4.12-25

Texto: Mateus 4.12-25

Tema: Jesus: a luz que brilha na terra das sombras!

 

No dia 25 de janeiro, celebramos o aniversário de São Paulo, a maior metrópole da América Latina. Mas a escolha desta data não foi aleatória. Em 1554, os jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta fundaram um colégio missionário entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí. Eles escolheram o dia da conversão do apóstolo Paulo para marcar o início de sua missão.

Assim como Saulo (Paulo) foi transformado por uma luz no caminho de Damasco, a intenção era que aquela nova vila fosse um ponto de luz e conversão. Paulo, o apóstolo, entendia que sua força não residia na eloquência humana, mas no poder de Deus (1Co 2.4). Ele sabia que a fé nasce pelo ouvir a mensagem de Cristo (Rm 10.17).

O evangelista Mateus registra um momento de transição crucial: a prisão de João Batista. Quando a “voz que clama no deserto” foi silenciada pelo cárcere, o próprio Verbo Encarnado assumiu o protagonismo.

Jesus não escolheu os centros religiosos de Jerusalém para começar. Ele foi para a Galileia, uma região marcada pelo trânsito de povos gentios, vulnerável ao paganismo e ao desprezo dos “puros”. Ali, Mateus vê o cumprimento exato de Isaías 9: “O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte resplandeceu uma luz” (Mt 4.16).

A luz que resplandeceu na Galileia dos gentios, resplandece em nossos dias?

          A Galileia dos gentios era uma região vulnerável sob influência e domínio do paganismo. Jesus inicia seu ministério entre pessoas ignorantes e obscurecidas. Por sua pregação, Jesus é indicado por Mateus como sendo a luz que brilha na terra da escuridão.

          O evangelista Mateus faz diferença entre ensinar e anunciar.

- Ensinar envolve ensino e discussão, o que ocorria na sinagoga.

- Anúncio é uma referência a proclamação da notícia do evangelho.

          Vivemos em uma sociedade de especialidades. Valorizamos o médico que cura o corpo, o motorista que transporta vidas e o segurança que protege o patrimônio. Mas quem cuida do espírito?

          Deus estabeleceu a pregação como o meio “louco” (1Co 1.21) para oferecer a salvação. Jesus não se envergonhou de ser um pregador itinerante. Ele elevou esse ofício ao convocar doze homens comuns para serem pescadores de gente. A pregação é a “medicina da alma” e por ela traz o diagnóstico do pecado e oferece o remédio da graça.

          A mensagem de Jesus foi idêntica à de João Batista: “Arrependei-vos”. O arrependimento bíblico (metanoia) não é apenas remorso; é uma mudança de direção. Por essa razão, o arrependimento abre caminho para a cura.

          Assim como os milagres de Jesus acompanhavam sua pregação para demonstrar sua compaixão, a mensagem do Evangelho hoje ainda cicatriza feridas da consciência e restaura vidas despedaçadas.

          Pela pregação a respeito de Jesus, Deus continua a oferecer uma luz que brilha em terra de escuridão.

          O apóstolo Paulo recomendou o ofício da pregação para Timóteo: “pregue a mensagem e insista em anunciá-la, seja no tempo certo ou não. Procure convencer, repreenda, anime e ensine com toda a paciência” (2Tm 4.2). Mas, destacou que a pregação nem sempre seria bem aceita. Por essa razão, o apóstolo Paulo exortou Timóteo o advertindo que iria “...chegar o tempo em que as pessoas não vão dar atenção ao verdadeiro ensinamento, mas seguirão os seus próprios desejos. E arranjarão para si mesmas uma porção de mestres, que vão dizer a elas o que elas querem ouvir” (2Tm 4.3).

          Por mais que haja estranhamento, desprezo e rejeição, pela pregação, não há coração partido que Jesus não saiba curar. Não há ferida de consciência que Jesus não saiba cicatrizar. Todos os seres humanos são caídos, esmagados, despedaçados e atingidos por algum pecado e Jesus, quer restaurar com seu perdão pela pregação.

          A pregação sempre foi um fiel termômetro da Igreja. Quando a pregação é honrada, a igreja resplandece; quando é negligenciada em troca de mensagens que apenas “massageiam o ego” (2Tm 4.3), a igreja mergulha na escuridão.

          Enquanto o mundo despreza a mensagem da cruz, a pregação bíblica a respeito de Jesus continua sendo a única luz capaz de dissipar a escuridão do coração humano. Jesus continua chamando arautos. Ele continua curando através da sua Palavra.

          Que possamos, como Paulo e muitos missionários, ser instrumentos dessa luz na “metrópole” em que Deus nos plantou. Amém.

 

Edson Ronaldo Tressmann

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Confissão de Fé é um encontro entre o testemunho e a revelação (Jo 1.29-42)

 Segundo Domingo após Epifania

18 de janeiro 2026

Salmo 40.1-11; Isaías 49.1-7; 1Coríntios 1.1-9; João 1.29-42

Texto:  João 1.29-42

Tema: Confissão de Fé é um encontro entre o testemunho e a revelação.

 

O ministério público de Jesus não inaugura no vácuo, mas sob o selo do testemunho profético. João Batista, ao avistar o Cristo, não oferece uma opinião, mas uma sentença teológica: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29).

Essa confissão pública gera um efeito dominó de fé. André ouve o Batista e reconhece a autoridade da mensagem. A curiosidade torna-se proximidade. A primeira reação de André ao encontrar o Messias é buscar seu irmão, Simão. A fé cristã, em sua gênese, é relacional.

O encontro entre Jesus e Simão é um dos momentos mais profundos do Evangelho. Antes que Simão pudesse formular qualquer profissão de fé, Jesus toma a iniciativa. O texto destaca que Jesus o olhou.

Não foi um olhar superficial, mas um olhar que atravessava a superfície da fragilidade de Simão. Ao dizer “Serás chamado Cefas” (Jo 1.42), Jesus não estava descrevendo quem Simão era naquele momento, mas profetizando quem ele se tornaria pela graça.

A mudança de nome é um ato de soberania. Jesus chama de “Rocha”, Pedro, alguém que, por natureza, era inconstante. O evangelista João prepara o entendimento de que a identidade do discípulo não reside em suas capacidades naturais, mas na Palavra que Jesus profere.

A confissão de Pedro não foi um evento isolado, mas um itinerário espiritual composto por quatro etapas fundamentais: convite “achamos o Messias”; aceitação, “recebeu e aceitou o novo nome”; crise, “para quem iremos”; clímax, “tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”.

Ao celebrarmos a confissão de Pedro, não exaltamos o homem, mas a obra de Deus no homem. O Pedro que confessa o Cristo é o mesmo que: nega o Mestre sob pressão; esconde-se no cenáculo por medo; vacila em sua postura pastoral em Antioquia (Gl 2.11-14). E isso ensina que a “pedra” só é sólida enquanto está fundamentada na Rocha que é Jesus Cristo. A força de Pedro não vinha de seu temperamento, mas do Espírito Santo que moveu sua boca e sustentou seu arrependimento.

Tudo o que começou com um testemunho externo (João Batista e André) culminou em uma convicção interna e sobrenatural.

A trajetória de Pedro nos encoraja porque revela que Jesus nos conhece antes mesmo de o conhecermos. Ele vê o nosso futuro através das nossas fraquezas presentes. Somos chamados a ser “Andrés” na vida de alguém, sermos pontes que levam o outro até aquele que pode mudar nomes e destinos.

Movidos pelo mesmo Espírito que assistiu Pedro, continuemos a testemunhar que o Messias chegou e que Ele ainda transforma homens frágeis em colunas de sua Igreja. Amém

Edson Ronaldo Tressmann

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

No Batismo de Jesus a Lei e a Graça se encontram! (Mt 3.13-17)

 Batismo de Jesus

11 de janeiro 2026

Salmo 29; Isaias 42.1-9; Romanos 6.1-11; Mateus 3.13-17

Texto: Mt 3.13-17

Tema: No Batismo de Jesus a Lei e a Graça se encontram!

 

A Lei de Deus não é apenas um conjunto de regras, mas o reflexo do seu caráter santo. No batismo, vemos Jesus submetendo-se a esse padrão. E Jesus diz que era necessário “cumprir toda a justiça” (Mt 3.15). Para ser o nosso Salvador, Ele não podia saltar nenhuma exigência divina, nem mesmo o batismo de arrependimento pregado por João, embora não tivesse pecado.

O batismo de Jesus no Jordão é o momento em que a Lei e o Evangelho se abraçaram para a nossa salvação.

Ao dirigir-se a João, Jesus declarou: “Assim nos convém cumprir toda a justiça” (Mt 3.15). Aqui vemos a Lei em seu rigor máximo. Para o judeu, a justiça divina não era um conceito abstrato, mas a obediência a cada “i” e “til” dos mandamentos divinos.

A Lei serve para nos mostrar que não conseguimos chegar ao padrão de Deus por esforço próprio. A Lei de Deus nos revela a santidade de Deus e diante dessa santidade, inatingível para nós pecadores, somos expostos a uma “necessidade desesperadora”. E esse desespero se mostra na expectativa de querer ser santo e por mais que se tente, não é possível ser. O apóstolo Paulo destacou esse desespero escrevendo aos romanos: “Sabemos que a lei é divina; mas eu sou humano e fraco e fui vendido ao pecado para ser seu escravo. Eu não entendo o que faço, pois não faço o que gostaria de fazer. Pelo contrário, faço justamente aquilo que odeio. Se faço o que não quero, isso prova que reconheço que a lei diz o que é certo... Assim eu sei que o que acontece comigo é isto: quando quero fazer o que é bom, só consigo fazer o que é mau. Dentro de mim eu sei que gosto da lei de Deus. Mas vejo uma lei diferente agindo naquilo que faço, uma lei que luta contra aquela que a minha mente aprova. Ela me torna prisioneiro da lei do pecado que age no meu corpo. Como sou infeliz! Quem me livrará deste corpo que me leva para a morte?” (Rm 7.14-16,21-24).

A Lei de Deus exige santidade perfeita; ela não aceita nada menos que o padrão do “Cordeiro Imaculado”.

No tempo de João Batista, o batismo tornou-se uma nova exigência legal de Deus para o povo. Embora Jesus não tivesse pecado, Ele se submeteu a essa exigência. Por quê? Porque, como o novo Adão, Ele precisava cumprir cada requisito que Deus impôs aos homens. Onde os pecadores falham em obedecer, Jesus precisava triunfar.

Onde a Lei de Deus nos condena, o Evangelho nos apresenta Jesus como nosso substituto. O batismo de Jesus é o Evangelho em ação antes mesmo da cruz.

Quando João Batista proclamou “Eis o Cordeiro de Deus” (Jo 1.29), identificou àquele que cumpriria o sistema sacrificial previsto por Deus e o Evangelho é isto: Jesus, o único que cumpriu a Lei, assume o lugar dos que a quebraram.

Jesus não foi batizado para ser purificado, ao contrário, Jesus se solidarizou com os pecadores. O ministério de Jesus foi inteiramente vicário; Jesus viveu a vida que deveríamos ter vivido e, mais tarde, morreria a morte que deveríamos ter morrido.

Vicário” significa “em lugar de outro”. Jesus não foi batizado por si mesmo; Ele foi batizado como o Novo Adão, representando a humanidade. Ele tomou sobre Si a nossa obrigação perante a Lei.

A abertura dos céus e a voz do Pai (Mt 3.17) são o veredito final de Deus sobre a obra de Cristo. Diferente de nós, de quem a Lei diz “Este falhou”, de Jesus o Pai disse: “Em quem me comprazo”, ou seja, em quem realizo minha obra redentora. Toda a Trindade se manifesta para selar o início da redenção. O Pai fala, o Espírito unge e o Filho obedece. Toda a Trindade está empenhada na nossa redenção. Por isso, ainda hoje somos batizados em nome do Pai, Filho e Espírito Santo (Mt 28.19-20).

Ao ser batizado para se cumprir toda justiça, era como se Jesus estivesse proclamando: “Eu farei tudo o que a Lei exige, para que eles recebam tudo o que o Evangelho oferece”.

Quão agraciados somos por Jesus ter cumprido cada “i” e cada “til” da Lei e que Ele é o cordeiro de Deus que cumpriu toda a justiça. Louvemos a Deus por nos conceder essa justiça por seus meios da graça (batismo, pregação e Santa Ceia). Amém

Edson Ronaldo Tressmann

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O encontro que divide a eternidade.

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