segunda-feira, 25 de abril de 2022

#A maior aflição humana

  01 de maio 2022

3º Domingo de Páscoa

Dia festivo

Salmo 36.5-12; Isaías 30.18-21; Efésios 2.19-22; João 14.1-14

Texto: João 14.8

Tema: A maior aflição humana

 

As pessoas andam perturbadas e agitadas. Guerras? Vírus? Doenças?

O apostolo João narrou o discurso de despedida de Jesus (Jo 14.1-16.33). E chama atenção o fato de Jesus iniciar sua despedida dizendo: “Não fiquem aflitos...” (Jo 14.1) e termina seu discurso enfatizando: “No mundo vocês vão sofrer, mas tenham coragem. Eu venci o mundo” (Jo 16.33). Aflições e sofrimentos são naturais em nossa vida nesse mundo.

Em seu discurso de despedida, em especial no capítulo 14 de João, vemos três grandes aflições dos discípulos de Jesus e que são também aflições dos nossos dias.

Jesus disse: “não fiquem aflitos” – e por boca de Tomé, Filipe e Judas, percebemos três grandes aflições. Tomé quer saber o caminho que leva a Deus. Filipe deseja uma revelação do Pai e Judas sobre a manifestação de Deus.

Será que precisamos ter uma manifestação especial para saber quem é Deus?

Deus é espirito e só o conhecemos em Jesus (Jo 14.9). Jesus é o rosto de Deus. E não apenas isso! O rosto de Deus é também conhecido por nossas obras (Jo 14.12).

O mundo carece de que algo lhe prove que Deus é Deus. Eles buscam por caminhos que levam a Deus, buscam verdades libertadoras, buscam vida em meio a morte, buscam conhecer o rosto de Deus, mas, infelizmente ignoram a revelação do Pai que é Jesus.

Há muita aflição no mundo. E a real aflição humana e não saber quem é Deus e que em Jesus, Deus se revelou morrendo pelo pecador. Amém!

ERT

Edson Ronaldo Tressmann

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