3º Domingo após Epifania
26/01/2014
Sl 27. 1 – 9; Is
9. 1 – 4; 1Co 1. 10 – 18; Mt 4. 12 - 25
Luz no fim do túnel.
Ilustração:
No dia 05 de agosto de 2010, o mundo acompanhou com atenção a situação caótica
de 33 mineiros na Mina San José no Chile. Foi feito todo um planejamento de
resgate. Oito dias após o soterramento, o primeiro mineiro foi socorrido.
Pessoas vibraram com a retirada desse mineiro e torcia para que todos fossem
resgatados com vida.

Milhares
de pessoas estão andando na escuridão do pecado. Milhares não conseguem ver a
luz do evangelho. Assim, não podem seguir na direção correta. O inimigo do ser
humano, o Diabo, não quer e faz tudo para impedir que a luz brilhe sobre as
pessoas, conforme 2Co 4.4.
O
povo de Israel na época do profeta Isaias não conseguia ver a luz que estava a
disposição deles. A luz era a noticia do socorro que viria pelo Senhor. Da
mesma maneira, milhares ainda hoje, não conseguem ver a luz que é o próprio Senhor
Jesus que a luz de Deus colocado a nossa disposição.
Muitos
não se agarram pela fé em Jesus e deixam de lado a salvação. Caminham nas
trevas, por não quererem olhar para a luz. Jesus é a luz no fim do túnel. Em
Jesus recebemos a vitória sobre o pecado, o diabo e a morte eterna. Jesus é a
luz de Deus. É a luz que ilumina a tua vida, que direciona seu caminhar e agir.
A
estrela que numa noite escura anunciou aos reis magos o nascimento do salvador
é a luz a qual o diabo quer impedir que brilhe sobre a vida das pessoas. A luz
continua brilhando, afinal, Jesus é o sol da justiça. Mas, muitos não a vêem.
Por
natureza somos pecadores. Por essa natureza pecaminosa muitas pessoas buscam
refugio no exército, nas forças humanas, assim como fez o povo de Israel. Deixou
de confiar na promessa de libertação de Deus e confiou nos soldados armados. Nosso
refugio e fortaleza está em Deus, no menino nascido na manjedoura de Belém. Ele
é a paz que precisamos. Ele é a alegria eterna. Ele é a luz no fim do túnel.
A alegria desse nascimento foi expressa por Simeão em Lc
2.29 – 32, “Agora, Senhor, cumpriste a promessa que fizeste e já podes deixar este
teu servo partir em paz. Pois eu já vi com os meus próprios olhos a tua
salvação, que preparaste na presença de todos os povos: uma luz para mostrar o
teu caminho a todos os que não são judeus e para dar glória ao teu povo de
Israel” (Lc 2. 29 – 32). Alegria expressada pelo louvor da
profetisa Ana que com 84 anos louvava a Deus e falava de Jesus a todos que
esperavam pela salvação, Lc 2. 37 – 38.
Disse
o profeta Isaias: “O povo que andava na escuridão viu uma forte luz; a luz
brilhou sobre os que viviam nas trevas” (Is 9.2). O ver a luz
significa que a luz sempre existiu. A luz ter brilhado sobre nós significa que estávamos
nas trevas. É a linguagem da salvação de Deus oferecida a nós em Jesus.

Na
luz, somos animados a continuar vivendo na luz. O cântico de Zacarias apresenta
essa verdade com as seguintes palavras: “e do céu
iluminará todos os que vivem na escuridão da sombra da morte, para guiar os nossos
passos no caminho da paz” (Lc 1.79). Sim! Deus nos tirou das trevas e
fez sua luz brilhar sobre nós. Essa luz não tem fim. Fomos colocados na luz e
somos guiados pela luz. A luz, Jesus, está a nossa disposição na Pregação da Palavra
e no Sacramento, então porque insistir em querer andar na escuridão?
A
luz de Deus brilhou sobre nós no dia do nosso batismo. Essa luz continua nos
guiando pela Pregação da Palavra. Viver na luz não depende de nós, é graça de
Deus dispensada a todos. Vivamos na luz, a luz que em Jesus já brilha sobre
nós. Amém!
Rev. Edson Ronaldo Tressmann
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