sábado, 6 de janeiro de 2018
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
O princípio e seus princípios!
Dia
07 de janeiro d 2018
1º
Domingo de Epifania
Batismo
de Jesus
Sl
29; Gn 1.1-5; Rm 6.1-11; Mc 1.4-11
Tema: O princípio e seus princípios!
“No princípio,
criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1)
Falar
sobre a criação do mundo é falar de princípios.
A
ciência parte dos princípios científicos enquanto que a teologia parte dos
princípios teológicos.
Milhares de pessoas acreditam na teoria da evolução conforme explicação
da ciência. Os cristãos creem no poder de Deus que com sua Palavra criou tudo
do nada em seis dias.
Enquanto as teorias apresentam bilhões e milhões de anos, os cristãos
confessam que Deus com sua Palavra criou tudo em 6 dias de 24 horas.
A teoria da evolução ressalta que o mundo existe há 14 bilhões de anos
aproximadamente. Essa idade aproximada do mundo é calculada pela ciência. Um
cálculo matemático que usa calcula as distâncias e a velocidade da luz e faz os
cientistas chegarem a essa data aproximada da terra.
Qual é a idade da terra
para os cristãos? A resposta é muito simples. Se caso alguém entenda que
a terra tem mais ou menos anos, isso, pouco importa. O fundamental é crer no
Deus criador.
A ideia da evolução não tira apenas o Deus
criador da jogada, mas principalmente a obra de Jesus Cristo que veio resgatar
o ser humano.
Enquanto que para os cientistas, que em sua maioria não acreditam no
poder criador de Deus, só há uma possibilidade para o surgimento do Universo, o
Big-Bang e a evolução; os cristãos creem e confessam a fé num Deus criador. Como é possível
crer em Deus, se a ciência diz provar e comprovar o contrário? A
resposta é a mesma sobre a criação do mundo, ou seja, o poder está na Palavra
criadora de Deus.
O salmista e grande rei Davi declarou o poder da Palavra de Deus ao
escrever que “a
voz do Senhor é poderosa...” (Sl 29.4). Essa voz poderosa agiu na
criação, age também no dia do batismo e leva cada pessoa, criança, adulto, adolescente
à fé nEle. Essa voz poderosa
continua agindo enquanto é proclamada, mesmo que pela boca de simples homens.
Meu princípio para falar sobre a criação do mundo é teológico. Creio,
ensino e confesso que Deus criou o mundo pela sua Palavra a partir do nada.
Pela sua Palavra, após a queda em pecado, o afastamento do ser humano de Deus,
em seu amor e misericórdia, pela mesma palavra criadora, Deus pela palavra
salvadora fez uma promessa e a cumpriu com o passar dos tempos (Gl 4.4). Com
essa mesma Palavra criadora e salvadora, Deus continua falando, agindo, criando
e salvando. Por essa Palavra Deus restaura e mantêm a fé.
O princípio e seus princípios!
“No
princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1)
Nossa vida é regida por princípios
e esses princípios determinam em que cremos, o que confessamos e o que
ensinamos.
Por
aquilo que creio, sou levado a ensinar e confessar que toda a humanidade
continua sendo alvo da Palavra de Deus, pois mesmo que o pecado tenha corrompido
a criação de Deus, o nosso Pai Celestial, por amor continua criando novas
pessoas através da sua Palavra.
Darwin
acreditou que o homem é fruto da evolução. Essa teoria também diz que o homem evoluí
para se tornar uma pessoa melhor. Karl Marx, considerado pai do “comunismo”
acreditou e assim ensinou que a sociedade é formada por pessoas e as mesmas evoluem
até se tornarem perfeitas.
Deus,
alertou o homem sobre a consequência da queda em pecado: “conhecereis o bem e o mal”. O
apostolo Paulo ressaltou na sua carta aos Romanos que “... sabemos que toda a criação, a um só
tempo, geme e suporta angústias até agora” (Rm 8.22). O pecado corrompeu e corrompe
tudo o que Deus criou. E por causa do pecado, a evolução humana não se
dá pelo próprio ser humano.
A
Palavra criadora de Deus, age pela Palavra Salvadora, e cria novas criaturas. Uma
nova criatura nasce pelo poder da Palavra de Deus na velha criatura. Essa nova
criação acontece no Batismo. É salutar mais uma vez lembrar que o Batismo só é
Batismo por causa da Palavra de Deus, sem a Palavra de Deus a água é simples
água. E essa Palavra de Deus é que cria uma nova criatura.
Essa
Palavra poderosa tem um só objetivo: “...vivamos vida nova” (Rm 6.4), ou seja, sejamos a
evolução que o homem supostamente quer ser sem a Palavra de Deus.
O princípio e seus princípios!
“No princípio,
criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Essa criação continua,
através das novas criaturas que Deus cria pelo poder da sua Palavra. Amém!
Edson
Ronaldo Tressmann
domingo, 31 de dezembro de 2017
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
O Senhor não nos deixa esquecer os seus feitos maravilhosos!
31 de dezembro de 2017
1º Domingo após Natal
Sl 111; Is 61.10-62.3; Gl 4.4-7; Lc 2.22-40
Tema: O Senhor não nos deixa esquecer os seus
feitos maravilhosos!
Desde 2.800 a.C. até o calendário
gregoriano no século XV (1502 – 1585), o réveillon mudou muitas vezes. Na
verdade, foi consolidado em 46 a.C., para demarcar o ano civil no mundo
inteiro, facilitando o relacionamento entre as nações.
A primeira comemoração, chamada “festival de
ano-novo” ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a.C. A festa
iniciava-se por ocasião da lua nova, indicando o equinócio da primavera, ou
seja, um dos momentos em que o sol se aproxima da linha do Equador e onde os
dias e as noites tem a mesma duração, atualmente no Brasil, equivale aos meses
de março, onde os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico.
Os romanos foram os primeiros a
estabelecer um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753ª.C.
– 476 d.C.). O ano começava no dia 1º de março, trocado em 153 a.C. para o dia
1º janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a.C. e em 1582 a
igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
Ainda hoje, a China comemora a
passagem do ano em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. A comunidade
judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, “festa das
trombetas”, dura dois dias em meados de setembro ao início de
outubro. Os muçulmanos comemoram o ano-novo no dia 06 de junho.
O fato é que no mundo inteiro o ano
novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria.
Esse costume é antigo, e serve para espantar os maus espíritos. As roupas
novas, que nunca foram usadas, combina com o espírito de renovação do ano novo.
O Brasil, celeiro de imigrantes, tem
vários costumes para o ritual de virada de ano-novo.
O primeiro dia do ano é dedicado a
confraternização, é o dia da Fraternidade Universal.
A real motivação para as pessoas
comemorarem a festa de ano novo está no fato da pessoas sentirem desejo de se
renovar.
Quais promessas de renovação você fará no início desse novo
ano? De onde tirar motivação para essa renovação?
O episódio
narrado por Lucas mostra Maria e José ocupados em fazer cumprir a lei (Ex
13.2). A referência dessa ritual é o que havia sido instruído por Moisés ao
povo quando o povo havia acabado de ser libertado da escravidão que perdurara
430 anos.
A instrução
dada por Deus a Moisés e Moisés ao povo ressalta a consagração dos
primogênitos. Essa consagração foi instruída por Deus, pois havia acabado de “passar sobre”
o Egito e salvo os primogênitos de Israel. Ao passar sobre o Egito, Deus deu
nova vida ao seu povo. Todo primogênito, ou seja, os salvos da morte,
tipificavam o povo escolhidos de Deus.
Maria e
José, pessoas cristãs, observando a lei e a instrução de Deus, levam Jesus ao
templo para dedica-lo a Deus. A consagração do primogênito à Deus significava tratar com
distinção, distinguir como especial.
A
princípio, Jesus era uma criança como tantas outras que eram dedicadas a Deus.
Mas, Lucas ressalta que “guiado pelo Espírito Santo, Simeão, reconheceu Jesus como
sendo a salvação ...”.
Simeão é
uma figura tão emblemática quanto Maria, ou seja, pouco se sabe sobre ele. O
fato é que o ponto não está em Simeão, mas naquele que ele reconheceu como
sendo o salvador e a salvação.
Reconhecendo
Jesus, o salvador do mundo, Simeão, movido por uma alegria efusiva, louva a
Deus. Louva com o conhecido cântico de Simeão, Nunc dimittis, agora despedes.
Esse cântico expressa a
universalidade da mensagem do evangelho.
Simeão disse:
“Νυν àπολυεις τον δουλον σου, δέσποτα, ...”; “agora despedes o servo teu, Senhor,...”
(Lc 2.29). O interessante é justamente o fato de Simeão não ter se expressado
com o termo “κυριοσ” (Senhor), mas sim δέσποτα (Senhor). Ao usar o termo δέσποτα (Senhor),
Simeão transmite a mensagem de que Jesus é o senhor de escravos que dá a
liberdade aos escravos. Ou seja, o filho veio libertar os que estão escravizados. Com
a chegada de Jesus, os filhos se reconheciam livres. Assim, como foi por
ocasião da chegada do anjo da morte. Os filhos de Israel se tornaram livres e
receberam uma nova vida.
Milhares de
pessoas vão continuar reféns desse ano que está terminando. Alguns querem que o
novo ano seja de fato novo. Os fogos, segundo a tradição pagã afugentará os
maus espíritos que querem impedir que o novo seja de fato novo. Mas, os filhos
de Deus, não querem e nem precisam estar sob uma tradição pagã. Pelo Batismo,
cada filho e filha foi consagrado a Deus. O batismo torna os filhos e filhas
distintos e especiais. Os batizados vivem na luz e são guiados pelo Espírito
(Gl 5.16, 22,23,25).
O
historiador Lucas ressalta que Simeão apresenta Jesus como “uma luz para
mostrar o caminho a todos os que não são judeus ...” (Lc 2.32). No
entanto, pelo Espírito Santo, Simeão esclarece aos pais José e Maria que, ao
ter sido enviado para ser luz, Jesus seria hostilizado e perseguido (Jo 1.11).
Simeão, guiado pelo Espírito Santo, apresenta para José e Maria que Jesus,
conforme citação do próprio antigo testamento (Is 42.6; 46.13; 49.6; 52.10)
será salvação para uns e perdição e ódio para outros. Alerta ainda que “... a tristeza,
como uma espada afiada, cortará o seu coração, Maria” (Lc 2.35). Ou
seja, Simeão guiado pelo Espírito Santo mostra à Maria o sofrimento pelo qual
Jesus irá passar. Antes de anunciar todos esses acontecimentos a José e Maria,
Simeão os abençoou.
A missão de
Jesus era uma missão divina. Ele veio para ser luz e para mostrar o caminho de
luz.
O encontro
surpreendente e as fortes emoções não haviam terminado nesse encontro com
Simeão. Após terem sido abençoados por Simeão e saírem pensativos sobre a
missão de Jesus, José e Maria se deparam com Ana.
Ana era uma
senhorinha que ficava no templo. Talvez entregasse doces as muitas crianças que
por lá passavam. Era uma vovó que queria abraçar todos os bebês que eram
dedicados a Deus.
Essa viúva,
de 84 anos, dedicava-se a oração e outras atividades no Templo. Ela conhecia as
profecias a respeito do Salvador, afinal, era filha de Fanuel, da tribo de
Aser, uma das doze de Israel. Acredita-se que tenha ouvido as palavras de
Simeão, e por saber da sua veracidade, louvou a Deus por que em Jesus, a
salvação havia chegado.
Mais um ano chega ao fim!
Mais um ano se iniciará!
As expectativas para
esse ano foram satisfeitas? Quais são as expectativas para o novo ano?
Querido
povo de Deus! O ano termina e outro se inicia. Há muitos motivos para louvar a
Deus! Afinal, em Jesus, Deus resolveu a pior tragédia humana. Ele trouxe luz,
salvação e perdão!
A música “muito dinheiro
no bolso, saúde pra dar e vender!” é mais uma oferta consumista.
Quem nesse ano, enfrentou problemas de saúde, problemas financeiros, parece não
ter nenhum motivo para louvar a Deus.
Problemas!
Nem se sabe
como foi possível atravessar um ano tão difícil. O que a Palavra de Deus diz é
que não foi pelas próprias forças e capacidades. Assim, chego ao final de mais
um ano e poderei iniciar um novo ano na certeza de que “...são maravilhosas as coisas que Deus faz!
Todos os que se alegram por causa delas querem entendê-las” (Sl
111.2). Amém!
Rev. M.S.T. Edson Ronaldo Tressmann
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
Feliz Natal!
FELIZ NATAL
Que o natal vá além do dia 25 de dezembro. Que o
natal seja a prática diária no novo ano que está por nascer. Que sejamos
amorosos, misericordiosos. Afinal, natal é o socorro de Deus.
Abençoado natal e 2018.
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Uma obra especial do Espírito Santo!
24 de dezembro de 2017
4º Domingo no Advento
Sl 89.1-5; 2Sm 7.1-11,16; Rm 16.25-27; Lc
1.26-38
Tema: Uma obra especial do Espírito Santo!
Lucas
apresenta uma notícia de um anjo à Maria: “O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo te
cobrirá” (Lc 1.35ª). O termo grego é episkiazo – “Toldar, cobrir”. No Antigo Testamento,
essa palavra corresponde ao termo “sombra”,
e tem vários significados. Sombra de uma montanha, (Jz 9.36); sombra
de plantas (Ez 17.23; 31.6; Jn 4.6), sombra de uma choupana (Jn 4.6).
Há textos obscuros relacionados a
palavra, tal como Isaías 38.8 e 2Reis 20.9. Esses textos indicam um milagre. Há
também uma referência muito difícil desse termo no texto de Isaías 25.5, no
qual a LXX não transcreve o termo nuvem. Nuvem
significa a demonstração da autoridade de Deus (Ex 40.34-35).
No Novo Testamento o verbo “episkiazo” aparece apenas cinco vezes. No
texto de Lucas 1.35 falta a figura concreta da nuvem que lança sua sombra. Ao
invés de nuvem, há uma referência abstrata, porém direta ao sujeito divino de “episkiazo”, ou seja, “envolver na
sombra”. Maria foi informada pelo anjo de que “Descerá sobre ti o Espírito Santo e o poder
do Altíssimo te envolverá com a sua sombra”.
As cinco ocorrências de “episkiazo” traz como significado o fato
de que é Deus, que em última análise, é a causa do sombreamento. Estar envolvido pela
sombra do altíssimo serve para demonstrar o poder e glória de Deus (Dicionário
Internacional de Teologia pp. 2427-2429).
A
mensagem do anjo para Maria, revela da parte de Deus que não está apresentando
um fato da curiosidade humana, mas está gravando um mistério insondável.
A concepção virginal de Jesus é um
mistério insondável. Poderia ter sido qualquer outra mulher, no entanto, foi Maria,
tratada no texto como uma mulher agraciada.
O evangelista Mateus registra o
relato da concepção virginal usando o termo grego “sunerchomai” do verbo “suneltein”.
É um infinitivo aoristo. Ou seja, isso aconteceu antes da consumação sexual (Gn
2.24).
Mateus ao usar esse termo pela
inspiração do Espírito Santo ressalta a transparente e milagrosa intervenção de
Deus pelo poder do Espírito Santo.
O evangelista Mateus (Mt 1.18)
escreveu: “...achou-se
grávida pelo Espírito Santo”. Mateus simplesmente ressalta que “...porque o que
nela foi gerado é do Espírito Santo” (Mt 1.20). Esses dois
versículos apresentam as maiores diferenças entre as traduções.
Outra observação necessária é que o
evangelho de Mateus foi escrito
segundo a perspectiva de José. Já o evangelho de Lucas foi escrito na
perspectiva de Maria.
Outro fato
a ser observado é que esse
é o segundo milagre biológico da Bíblia. O primeiro foi a criação de
Adão e Eva.
O anjo disse à Maria: “O Espírito Santo
virá sobre ti e o poder do Altíssimo te cobrirá” (1:35 a). Deus
revela que tal concepção ocorreu, não precisamente como, a nossa curiosidade
determina, e não para nos satisfazer humanamente. O anjo revela e os evangelistas reconhecem que estão
gravando um mistério insondável.
Lucas ao registrar o que disse o anjo
(Lc 1.35), indica que Maria foi ofuscada pelo poder do Espírito Santo (cf. Ex
40.34 – 35).
O Espírito Santo realiza um ato
milagroso de criação no seio da virgem Maria, sinalizando que a idade de cumprimento
chegou.
Jesus é humano e divino. Ele tem uma
mãe humana e um pai divino. Os evangelistas apresentam “a mãe Maria” e também apresentam Jesus
constantemente dizendo que Deus é o seu Pai (Mt 11:25-27). Jesus é
repetidamente chamado de “o Filho de Deus” (Mt 2:15, 3:17, 8:29).
Os cristãos
estão vivendo, assim como sempre viveram, dias desafiantes para sua fé. Há
muitas reinterpretações e reconstruções diferentes de Jesus. Entre as muitas faces
de Jesus, atualmente, devido ao livro Código da Vinci, Jesus é casado e pai de
uma criança.
As muitas
reinterpretações sobre Jesus ocorre justamente por que não se consegue ver a
obra de Deus em Jesus como algo completo. É preciso vê-lo em sua totalidade
paradoxal – seu sofrimento e glória, sua servidão e senhorio, sua encarnação
humilhante e seu reinado cósmico. Entre todos, a encarnação, uma obra extraordinária
do Espírito Santo, é negligenciada.
Jesus o
filho de Deus não permaneceu na segura imunidade do céu. Ele se esvaziou de sua
glória e se humilhou para servir. Ele se tornou pequeno, fraco e vulnerável. Ele
entrou em nossa dor, em nossa alienação e em nossas tentações. Jesus curou
doentes, alimentou famintos, perdoou pecadores, tornou-se amigo dos rejeitados.
Não veio para ser servido, mas para servir. Veio para dar sua vida como
pagamento pelo resgate e libertação de outras pessoas.
O mistério da encarnação de Jesus é insondável, mas,
tem um propósito definido e prático. Jesus tornou-se homem para resgatar o
homem que nascido de mulher é pecador e precisa da redenção. E o
Espírito Santo continua fazendo uma obra especial, levando pessoas a crer em
Jesus, aquele que foi concebido pelo seu poder e realizou a obra da salvação.
Amém!
Edson Ronaldo Tressmann
Bibliografia
Stott,
John. Os cristãos e os desafios contemporâneos. Viçosa, MG, Ultimato, 2014.
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